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A primeira-dama da França ainda afirmou que caso o marido não seja reeleito, ele irá abandonar a política

Carla Bruni e o marido, o presidente da França, Nicolas Sarkozy
Getty Images
Carla Bruni e o marido, o presidente da França, Nicolas Sarkozy
Nicolas Sarkozy e Carla Bruni
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Nicolas Sarkozy e Carla Bruni
A primeira-dama francesa, Carla Bruni , afirmou nesta quinta-feira que seu marido e candidato à reeleição, Nicolas Sarkozy , dedica-se tanto ao trabalho que às vezes ela chega a temer por sua saúde ou achar que ele pode "morrer". "Ele tem um sentido do dever inimaginável. Trabalha o tempo todo. Pouca gente tem sua força" disse a ex-modelo e cantora em entrevista no programa "C à vous", da cadeia "France 5".

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Carla fez a afirmação no mesmo dia em que Sarkozy, que aparece nas pesquisas atrás de seu adversário socialista, François Hollande , anunciou que abandonará a política se perder as eleições presidenciais, que serão realizadas em dois turnos, em 22 de abril e 6 de maio. "Após ter sido presidente, o que poderia fazer, voltar a ser ministro ou prefeito?", declarou Carla, que garantiu que seu marido se esforçou ao máximo em seu primeiro mandato e que fará o mesmo caso seja eleito novamente.

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A ex-modelo acrescentou que uma pessoa teria que ser "louca para se queixar de viver no Eliseu (residência oficial do presidente francês)", e disse que se for para deixá-lo, é para abandonar a política. A primeira-dama afirmou que os ataques sofridos por ela na imprensa tem como objetivo prejudicar Sarkozy. Carla contou também que não gosta de expor a vida de seus filhos nos meios de comunicação, pois isso pode ser "perigoso para eles".

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O programa é filmado ao redor de uma mesa de jantar e Carla chegou a cantar uma canção ao vivo. A ex-modelo contou aque foi "magnífico" conhecer o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela e a rainha do Reino Unido. Carla Bruni, ao ver imagens de sua época de modelo, afirmou ainda que deve ter engordado "dez quilos" desde então.