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Ator famoso por papéis cômicos morreu em sua casa em Stamford, no Estado de Connecticut, devido a complicações do Mal de Alzheimer

O ator Gene Wilder, que ficou internacionalemente conhecido por interpretar o personagem Willy Wonka na primeira versão de "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (1971), morreu nesta segunda-feira (29) em sua casa em Stamford, no Estado norte-americano de Connecticut, aos 83 anos. A informação foi divulgada pela revista "Variety" e confirmada pelo sobrinho do ator, Jordan Walker-Pearlman, que afirmou que o tio morreu devido a complicações do Mal de Alzheimer. O ator foi diagnosticado, ainda, com um linfoma não holdings em 1989.

Gene Wilder morreu aos 83 anos
Divulgação
Gene Wilder morreu aos 83 anos

"Nós entendemos que por conta de todos os desafios emocionais e físicos que essa situação apresentou nós estivemos entre os estudos - essa doença, diferente de muitos casos, nunca roubou a habilidade dele de reconhecer aqueles que eram mais próximos dele, nem tomou controle da personalidade gentil dele. A decisão de esperar até agora para compartilhar a condição dele não foi vaidade, mas mais para que as jovens crianças que sorriam ou chamavam ele "olha o Williy Wonka", não ficassem expostas a um adulto sofrendo de uma doença ou problema e provocando preocupação, decepção ou confusão. Ele simplesmente não conseguia aguentar a ideia de um sorriso a menos no mundo", disso o sobrinho em um comunciado divulgado pela revista. 

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Além de "A Fantástica Fárbica de Chocolate", Wilder também atuou em outras produções cômicas, como "O Jovem Frankstein" e "Banzé No Oeste". O ator participou de outras obras referenciais do cinema como "A Dama de Vermelho" (1984), "As Coisas Engraçadas do Amor" (1990), "Primavera para Hitler" (1967) e "Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo e Tinha Medo de Perrguntar" (1972).

Foi indicado ao Oscar em duas oportunidades. Por "O Jovem Frankenstein" concorrou como roteirista e por "Primavera para Hitler", como ator coadjuvante.  Ele também recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, pelos papéis em "O Expresso de Chicago" (1976) e "A fantástica fábrica de chocolate".

"Um dos verdadeiros grandes talentos dos nossos tempos. Ele abençoou cada filme que fizemos com sua mágica e me abençoou com sua amizade", escreveu Mel Brooks, cineasta que o dirigiu em "Primavera para Hitler", entre outros filmes, em seu Twitter.

Wilder deixa mulher, Karen Boyer, com quem se casou em 1991 e foi sua quarta esposa, e um sobrinho.

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