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Defesa de Vanessa Alcântara aguarda decisão da polícia favorável ao habeas corpus

Vanessa Alcântara segue reclusa na Penitenciária Feminina de São Bernardo, em Campinas,  interior de São Paulo, nesta sexta-feira (15). A modelo, acusada de agredir a escrivã da Delegacia de Defesa da Mulher de Valinhos , está presa desde quinta-feira (7) em uma cela isolada da unidade.

Modelo continua presa e foi isolada das demais detentas
Divulgação
Modelo continua presa e foi isolada das demais detentas

Segundo apuração do iG, a própria Vanessa optou pela segregação para ficar fora do convívio com as outras detentas. A modelo teme ser vítima de violência e se sente ameaçada no local. Enquanto isso, a defesa de Vanessa Alcântara aguarda uma decisão favorável da polícia referente ao pedido de habeas corpus. “A decisão pode sair a qualquer momento”, afirmam os advogados.

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A defesa da modelo está confiante sobre o pedido de liberdade provisória  e afirma que Vanessa “não oferece qualquer tipo de risco à sociedade” e “trabalha honestamente”. Segundo os advogados responsáveis pelo caso, a prisão foi arbitrária e as provas contra a modelo são subjetivas: “Esperamos que a justiça será feita”.

Entenda o caso

Vanessa Alcântara foi presa na última quinta-feira depois de uma nova confusão na Delegacia de Defesa da Mulher de Valinhos, em São Paulo. Ela tinha ido pedir uma cópia de um  boletim de ocorrência relacionado a uma briga que teve com uma vizinha. A escrivã afirmou que ela não poderia retirar o documento, pois precisaria fazer um requerimento. Vanessa estranhou a situação e achou que escrivã estava tentando dificultar a situação.

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A escrivã se irritou pelo fato de a modelo estar gravando a conversa e partiu para cima de Vanessa, o que teria iniciado a confusão. No entanto, a Polícia Civil afirma que foi Vanessa quem começou a briga, pois ficou irritada ao saber que teria que fazer um requerimento e então agrediu a escrivã, além de desacatar uma delegada que apareceu. No boletim de ocorrência, constam cinco vítimas: três guardas municipais, a escrivã e a delegada.

Após o ocorrido, ela foi levada para um presídio em Paulínia, onde ficou em uma cela especial, na qual segundo sua assessoria, foi muito bem tratada. O advogado fez um pedido de liberdade provisória para a modelo no sábado (9), no entanto, o inquérito já havia se tornado um processo.



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