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Polícia Federal foi acionada para o caso; empresa aérea se defende e dá sua versão

O humorista Érico Bras , do humorístico "Zorra", e sua mulher, Kênia Mara , foram expulsos de um voo da Avianca.  Ao jornal "O Globo", ele relatou que considera o caso um ato de racismo: “Me senti extremamente impotente. Infelizmente esse é o tipo de tratamento. As pessoas te olham por causa da sua cor”.

Érico Bras denunciou caso de racismo na Avianca
Reprodução/Facebook
Érico Bras denunciou caso de racismo na Avianca

Ele também afirma que registrou uma denúncia na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e que pretende acionar seus advogados. O ator explicou ao jornal carioca como tudo ocorreu: "Eu e ela sentaríamos nas cadeiras do meio e no corredor. Um passageiro chegou para sentar na janela e nos levantamos. O avião estava cheio e o compartimento de bagagem lotado. Quando ela foi guardar a bolsa embaixo da cadeira, o que é um procedimento padrão, o próprio comandante veio e disse que não poderia ser ali. Foi extremamente grosseiro e mal educado”.

A Polícia Federal foi acionada mas a situação não foi resolvida. Segundo Érico, disseram que ele seria uma “ameaça”.

Procurada pelo iG , a Avianca enviou o seguinte comunicado por meio de sua assessoria de imprensa: "A Avianca Brasil esclarece que mantém a sua prioridade na segurança de voo, em respeito a todos os seus passageiros. No caso referido, a Polícia Federal foi acionada, como é praxe no setor, porque um grupo de clientes recusou-se a seguir as orientações dos comissários sobre a acomodação das bagagens”.