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Ator atribui às mudanças no comportamento do filho, encontrado morto em Quissamã, ao consumo do chá indígena

Depois da morte de Rian Brito , de 25 anos, Nizo Neto  está decidido a acabar com o uso do chá Ayauasca, também conhecido como Santo Daime. Por meio de um abaixo-assinado encaminhado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o ator pede o fim da liberação do consumo do chá psicoativo fora das aldeias indígenas onde ele é utilizado.

Nizo Neto e a família na cremação do filho
Anderson Borde/AgNews
Nizo Neto e a família na cremação do filho


Neto atribuí às mudanças no comportamento do filho ao consumo do chá Ayahuasca. Segundo ele, Rian ingeriu a bebida no Centro de Estudos Xamânicos Porta do Sol por pelo menos quatro vezes. "Para evitar as próximas vítimas, já que a vida do meu filho, Rian Brito, se foi por quatro doses deste chá, por não conhecermos o lado negativo do Ayahuasca, a partir de agora deveria ser proibido o uso deste alucinógeno. Sendo Igreja ou Centro de Estudos, que é um título muito mais sedutor para os universitários e curiosos comprarem, do que nas ruas como uma droga qualquer", declara o ator na campanha.

"Os benefícios do Ayahuasca já têm sido divulgados há 40 anos aproximadamente. Mas o lado negativo deste alucinógeno, se tivesse sido divulgado, ele não teria experimentado, e estaria aqui comigo", afirmou.

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Publicado por Nizo Neto em  Segunda, 14 de março de 2016


Ao iG , Nizo Neto disse que Rian sempre foi uma pessoal normal até começar a tomar o chá e que psiquiatras contaram que a Ayahuasca foi de fato um fator que levou à morte do rapaz.

Rian Brito foi encontrado morto em uma praia na cidade de Quissamã, no estado do Rio de Janeiro, no último dia 3. Ele estava desaparecido desde o dia 23 de fevereiro.