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Carro em que estava Fábio Pannunzio foi alvejado e a bala passou de raspão pela cabeça do jornalista

Reagir em assaltos é, sem dúvida, a pior das escolhas para a vítima. O problema é quando você está nas mãos dos outros. Foi o que aconteceu com âncora e repórter da Band  Fábio Pannunzio .

Fábio Pannunzio
Divulgação
Fábio Pannunzio


Após entrar no táxi, na madrugada de segunda-feira (22), o jornalista foi abordado por três assaltantes e o motorista tentou jogar o carro em cima dos criminosos. Um deles atirou e o disparo foi certeiro. A bala passou de raspão pela cabeça do jornalista, que por pouco não se tornou mais uma vítima fatal em São Paulo. Pannunzio mostrou sua indignação via redes sociais.

Confira o desabafo do jornalista no Facebook:

"Para quem vive em uma cidade violenta e sem governo como São Paulo a vida está sempre por um triz. Hoje de manhã, às quinze para as cinco, o táxi que eu acabava de pegar foi alvo de três assaltantes na esquina da Condessa de Goiás com a Avenida Boaventura José Rodrigues, no Real Parque. É um dos pontos críticos com maior incidência de crimes violentos da zona oeste.

A polícia deveria estar permanentemente por ali, mas não estava, nunca está. O motorista, que já havia sido vítima de um assalto violento, jogou o carro em cima de um dos três ladrões, que atirou. A bala atravessou o para-brisa e passou entre os meus cabelos. Foi por bem pouco mesmo.

Compartilho essa experiência aterradora aqui para tentar criar um elemento de pressão que convença o governo do estado a fazer o que tem que ser feito: patrulhamento preventivo nas áreas de risco. Sem isso, a desgraça é apenas uma questão de tempo. Não tivesse tido tanta sorte, eu agora seria mais um caso a engrossar as estatísticas da secretaria de segurança."


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