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Ex-modelo e jurada de TV, ela fala abertamente sobre sexo, casamentos, abortos e drogas na "Sexy" de agosto


Elke Maravilha
Guillermo Giansanti / Divulgação
Elke Maravilha

A ex-modelo e jurada de programas de auditório, Elke Maravilha , concedeu uma entrevista para edição de agosto de 2014 da "Revista Sexy" e não poupou ninguém. Durante o bate papo, ela tomou quase uma garrafa de cachaça e fumou oito cigarros. “Não tenho nenhuma relação [com Silvio Santos ]. Ele só tinha relação com os puxa-sacos dele. Comigo, não. Citei o Silvio só para dar um exemplo. Prefiro nem falar dele, para não colocar azeitona na empada dele. Já com o Chacrinha era outro nível, foi meu painho. Era tão gênio dentro e fora do palco. Eu era escrava dele.”, comentou.

Elke também comentou que não faz mais sexo. “Não tenho mais tesão na periquita. É uma liberdade! Eu gostava de trepar. Mas estou gostando tanto de não precisar mais trepar, sabia? Não quero fazer reposição hormonal. Mais do que eu só Elizabeth Taylor , que é do mesmo signo. Peixes adora casar. Casamento é estar junto, não é instituição. Casar é mais do que acasalar. Hoje se tem mais tesao do que casamento. Tive muitos tipos de marido, ate psicopata (risos). Tive grego, negro, mineiro, de olhos azuis, de cabelo louro, filho de italiano, judeu, índio...já testei de tudo”.

Outro tema foi a falta de intimidade com a maternidade e os abortos. “Fiz três abortos. Não foi nem um pouco difícil. Na hora que eu fiz, estava tudo bem. Nunca tive arrependimento. Ao contrário, fui sábia. Como poucas vezes fui na vida. O que eu vou dizer para uma criança? Educar uma criança é um jogo, mas eu não sei jogar na vida. Posso dizer para uma criança que eu adoro ladrão de banco? Posso dizer que ela não deve ser boa para não ser otária? Não saberia educar falando mentiras”.

Elke comentou que curtiu intensamente o uso de várias drogas. “Crack, cocaína, mandrix, maconha, LSD, vários...Em todas eu surtei. Na minha geração, se tomava droga para autoconhecimento, não era por fuga. Nem sexo era fuga, era encontro. Tomei ayahuasca também, que não passa de um LSD natural”. Sobre bebida, garantiu que só fica na cachaça. “Hoje só cachaça. Tenho problema de coração, não quero viver cem anos, mas quero viver bem os anos que me restam”, finalizou.

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