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Apresentadora diz que, após 30 anos dedicados ao trabalho, hoje inverteu os papéis e só pensa nas filhas Maria e Laura


Se a vida de Glória Maria fosse resumida hoje, seria em dois nomes: Maria e Laura , irmãs de cinco e quatro anos, respectivamente, adotadas pela jornalista. Após 30 anos dedicados exclusivamente ao trabalho, Glória declarou ao iG Gente que sua preocupação atualmente está voltada para o bem estar das pequenas.

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Glória Maria na coletiva do 'Criança Esperança' 2013
AgNews
Glória Maria na coletiva do 'Criança Esperança' 2013

“Hoje, em hipótese alguma, eu não me imagino mãe da Maria e da Laura. Deus me livre. A minha vida hoje é isso. Todo o resto é periferia. Eu dediquei 30 anos da minha vida ao trabalho. Agora, eu sou delas até o final dos meus dias. Para mim, ou você é mãe ou você não é. Não dá para ser mãe e terceirizar o serviço. Eu acho que já fui mãe mais velha para poder me dedicar bastante. Eu não quero ser uma mãe moderna. Eu sou à moda antiga mesmo, eu cuido das minhas filhas. Sou mãe de verdade”, declarou a jornalista do “Globo Repórter”.

E é fácil comprovar o que Glória diz. Vira e mexe, os paparazzi que andam pela orla do Leblon, na zona sul do Rio, registram as brincadeiras do trio na areia ou no calçadão. Sobre a educação das meninas, apesar de trabalhar com TV, Glória ainda não permite nenhuma programação do dia a dia de Maria e Laura.

“Elas não assitem televisão, nem canal de criança. Eu acho que elas são muito pequenas e, para mim, criança tem que ser criança. Eu fui criada sem televisão, porque era pobre e não tinha dinheiro, mas tive uma infância maravilhosa de subir em árvore, brincar na rua… Eu quero que minhas filhas tenham isso. Enquanto elas puderam, eu quero que elas sejam crianças. DVD elas assistem de tudo, são mais de mil lá em casa. Mas TV mesmo, não”, revelou.

PAIS BIOLÓGICOS

Um drama muito comum na adolescência de alguns jovens adotados é a curiosidade em descobrir a própria história e correr atrás da família de sangue. Glória tem noção que isso um dia pode acontecer com suas meninas, mas evita o estresse antecipado. “Na hora que elas quiserem conhecer, se eles ainda estiverem vivos, elas terão todo direito. A vida é delas e eu não posso privar de nada. Mas acho que mãe é quem dá amor. E eu duvido que qualquer mãe que tenha filho da barriga tenha mais amor do que eu. Eu desafio. Isso ainda não me preocupa, não”, garantiu.