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Rodrigo Simas sobre a fama: “ É mais fácil chegar numa menina”

Durante os ensaios da “Dança dos Famosos”, o ator falou sobre a química com Raquel Guarini e disse que não se incomoda com assédio

Priscila Bessa, iG Rio de Janeiro |

Foto: George Magaraia Rodrigo Simas está radiante em participar da "Dança dos Famosos"

“Eu sonho com a música”, diz às gargalhadas Rodrigo Simas, 20 anos, durante o ensaio do ritmo forró com a bailarina Raquel Guarini, para a competição do quadro “Dança dos Famosos”, do Domingão do Faustão. O ator está entre os concorrentes da nona edição do quadro. Durante os treinos, a cumplicidade da dupla fica evidente.

“Rodrigo é tão tranquilo que, honestamente, não tenho nenhuma dificuldade com ele. O que eu peço ele faz. Pegou a coreografia no primeiro dia”, conta Raquel, dançarina há 25 anos e há um ano e meio entre as bailarinas do dominical. Apesar da sintonia, ela confessa que ficou preocupada quando o parceiro adoeceu no começo da semana. “Ele estava gripado e achei que não fosse dar conta, mas já chegou no gás”, diz ela, que ensaia com o ator duas horas por dia, cinco vezes na semana.

Rodrigo, que foi campeão no quadro “As Melhores Provas do Lata Velha de Todos os Tempos”, do Caldeirão do Huck, quase ficou de fora do “Dança dos Famosos” porque a produção do programa o achou muito experiente. “Eu queria entrar e a minha empresária tinha falado com a produção do 'Domingão'. Me lembro que passei na primeira peneira, mas um mês depois soube que não poderia fazer porque tinha participado do 'Caldeirão'. Quando o Kleber Toledo desistiu de última hora eu consegui entrar”, comemora ele, que está confirmado na próxima temporada de “Malhação”, mas ainda não sabe detalhes sobre o personagem.

Foto: George Magaraia Simas mostra entrosamento com a parceira Raquel Guarini

O entrosamento entre Rodrigo e Raquel já gerou rumores de que a dupla estivesse levando a relação profissional para o campo pessoal. Apesar da química visível nos ensaios, Rodrigo nega que os dois tenham algo a mais e afirma estar solteiro. A seguir, o bate-papo com o ator que recebeu a equipe do iG após os ensaios desta sexta-feira (8), nos estúdios do Projac:


iG: Sempre quis participar do quadro?
Rodrigo Simas: Gosto muito de dança, mas nunca tinha dançado profissionalmente. Acho que essa é a primeira vez que tenho um contato forte mesmo com a dança. Sempre digo que a capoeira me ajuda muito e me dá uma consciência corporal que me ajuda muito. Fiz a peça “Grease”, mas era coisa de escola. A dança era em básica.

iG: Mudou algo na sua rotina para ajudar nos treinos?
Rodrigo Simas: Não mudou nada. Desde “Fina Estampa” comecei a malhar mais porque o meu personagem, Leandro, se tornava lutador de MMA. Comecei a fazer aula de MMA e isso me deu um pouco mais de força. Apesar de estar dois anos sem treinar capoeira digo que a capoeira está no sangue. Então mesmo sem estar treinando ajuda.

iG: Sentiu alguma mudança no corpo?
Rodrigo Simas: Eu emagreço muito rápido então acho que tenho que me alimentar um pouco mais por estar fazendo exercícios todos os dias. Saio daqui pingando, mas não mudou muito ainda não.

iG: Qual a maior dificuldade que tem sentido desde que começaram os ensaios?
Rodrigo Simas: Fazer com que a dança fique orgânica, natural, sem pensar no próximo passo, e estar me divertindo. Acho que isso a gente consegue mais no domingo. Domingo passado foi quando a gente conseguiu passar melhor a coreografia com tranquilidade e animação. Porque nos ensaios a gente fica penando para aprender os passos e não consegue aproveitar tanto.

Foto: George Maragaia Rodrigo Simas e Raquel Guarini durante o ensaio para o concurso: total entrosamento

iG: Qual você acha que será a maior dificuldade até o final?
Rodrigo Simas: Não sei. Tenho dificuldade toda semana, mas isso é bom porque é um desafio que dá vontade de conseguir. Eu sou bem persistente e, quando não consigo uma coisa, fico mau humorado, puto comigo mesmo, mas só até eu conseguir fazer bem (risos).

iG: Na semana passada você machucou o joelho esquerdo e, essa semana, ficou doente. Isso te deixou apreensivo?
Rodrigo Simas: Pois é, está pesado o negócio (risos). Na verdade, sobre o joelho, deram uma exagerada. Eu bati e ralei, mas nunca pensei em desistir. Essa semana acho que foi gripe. Deu febre, dor no corpo, dor de cabeça. Na quarta eu vim ensaiar mais ou menos. Mas na quinta já estava bem.

iG: Nos ensaios é claro o entrosamento entre você e a Raquel.
Rodrigo Simas: Essa intimidade que a gente pegou rápido, na dança, é essencial. Porque não importa o ritmo, a gente está em parceria. E a gente tem que ter essa cumplicidade.

iG: Tem algo a mais entre vocês dois?
Rodrigo Simas: Não, não.

iG: Está solteiro?
Rodrigo Simas: Sim.

iG: Recentemente você parou um shopping quando compareceu a uma inauguração. Mudou o tipo de abordagem depois que ficou famoso?
Rodrigo Simas: Depende muito do lugar e é muito diferente da abordagem só dos adolescentes. Por causa de “Fina Estampa”, que era uma novela das oito, tem senhoras que vem falar comigo, mães, meninas pequenas, de todas as idades, por ter sido um trabalho que atinge um público muito grande. A cada dia aumenta, mas está uma coisa saudável. Não está enlouquecedor, que eu não possa fazer nada. É diferente. Depois que fiquei famoso, saio na rua, chego num lugar, e todo mundo olha, comenta, sabe quem eu sou. Mas é uma consequência. Acho que enquanto é uma coisa saudável, é legal.

iG: Mas dificulta ou facilita com relação as mulheres?
Rodrigo Simas: Atrapalhar não atrapalhou. Acho que facilita muita coisa com as mulheres. É mais fácil chegar numa menina. Mas ao mesmo tempo você fica muito vulnerável a tudo. As pessoas sabem como você é, quem é seu irmão, seu pai, o que você faz, qual seu nome todo. Vira uma pessoa pública mesmo.

iG: Você sempre quis seguir a carreira artística?
Rodrigo Simas: Meu pai já fez televisão, teatro, e lembro que uma das peças que ele encenou era “Péricles”, de Shakespeare. Era pequeno e lembro muito da imagem da peça, da minha mãe me falando que eu achava que aquilo era mágico. Então desde pequeno sempre gostei, mas nunca falei “ah acho que é isso que eu quero”. Quando voltei para o Brasil (Rodrigo morou nove anos nos Estados Unidos) comecei a fazer teatro no colégio e, depois da estreia de “Grease”, tive certeza, que tinha me encontrado. Aí comecei a fazer testes e as coisas aconteceram.

iG: O que seus pais falaram?
Rodrigo Simas: Me deram apoio 100%. Desde pequeno eles sempre nos incentivaram a fazer o que a gente gosta e não por dinheiro. Acho que em primeiro lugar a gente tem que fazer o que se sente bem fazendo.

iG: Você é irmão do Bruno Gissoni (o Iran, de “Avenida Brasil”) por parte de mãe, e tem um irmão caçula, o Felipe. Ele também pensa em enveredar pela carreira artística?
Rodrigo Simas: Ele é jogador de futebol, está no juniores do Nova Iguaçu, batalhando, mas começou a fazer teatro também. Fizemos a mesma peça juntos, “Capitães de areia”. Eu comecei a fazer um pouquinho antes, o Bruno fez também e, desde então, os três atuam. O felipe vai estrear uma peça em julho e está vendo que caminho a vida vai levar.

IG: Como vê esse interesse dos três pelas artes cênicas?
Rodrigo Simas: Meu avô por parte de mãe era apresentador do Miss Brasil, fazia telenovela, e a minha bisavó era professora de educação física, mas dançava como bailarina profissional. Acho que tudo isso vem lá de cima. Meu pai também, e tem essa coisa da capoeira que não é só um esporte, é uma cultura. Traz o ritmo, a música, tudo junto, que acaba entrando no campo da arte.

iG: Você acaba de ser confirmado na próxima temporada de “Malhação”. O que pode falar sobre o novo trabalho?
Rodrigo Simas: Não sei nada ainda. Estou ansioso.


 

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