“Se Ela Dança, eu Danço” está em sua 2ª temporada e quer um número maior de participantes para aumentar o nível da competição

Jarbas Homem de Mello, Lola Melnick e João Wlamir, jurados do
Beto Lima
Jarbas Homem de Mello, Lola Melnick e João Wlamir, jurados do "Se Ela Dança, Eu Danço"

“Se Ela Dança, Eu Danço” estreou sua segunda temporada no dia 3 de agosto no SBT e está em sua fase classificatória. Toda quarta-feira, candidatos selecionados em festivais e escolas de dança, através de vídeos no Youtube ou inscrições diretas se apresentam para os jurados ( Lola Melnick , João Wlamir e J arbas Homem de Mello ) em busca de uma oportunidade para seguir em frente no programa e, quem sabe, faturar o prêmio que, este ano, vai além dos R$ 200 mil em barras de ouro da edição anterior. “A gente tem uma surpresa. Estamos em negociação com o pessoal que produziu ‘O Zorro’, e queremos premiar os finalistas para fazerem parte do musical na temporada carioca no ano que vem. Se isso acontecer, além de o vencedor ganhar os R$ 200 mil em barras de ouro, vai ganhar praticamente seis meses de trabalho em um contrato com o musical”, explicou Ricardo Mantoanelli , diretor da atração.

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O prêmio duplo desta edição deve atrair mais candidatos que no último ano. O desejo é superar os sete mil inscritos da primeira temporada do programa. “A gente espera atrair o maior número de profissionais para aumentar o nível da competição”, afirmou Ricardo, que ainda completa: “O que falta agora é o pessoal dar a cara para bater. Porque vai ser julgado e o pessoal não quer se expor”.

Ricardo Mantoanelli, diretor do reality de dança do SBT
Beto Lima
Ricardo Mantoanelli, diretor do reality de dança do SBT

O crescimento do nível da competição e do número dos profissionais não são as únicas metas a serem alcançadas. A audiência também está em pauta. A média da série de 2010 foi de seis pontos. Já o programa de estreia de 2011 teve 6,2 pontos como média e picos de 9. Para aumentar esses números, eles buscam não apenas os melhores bailarinos, mas também os mais engraçados. Para estes, sem talento algum para a dança, também haverá um prêmio: o troféu Sapatilha de Chumbo. “Tem gente que quer realmente aparecer, quer seu minutinho de fama e faz qualquer coisa para estar na frente da câmera. Parece que é uma coisa produzida, que a gente pede para eles fazerem isso, que é encenação, mas não é. É real. A gente desacredita”, se diverte Ricardo.

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Aos interessados a faturar tanto a sapatinha de prata como o prêmio de R$ 200 mil, as inscrições ainda estão abertas. A segunda temporada da atração está prevista para ir ao ar até o final de dezembro ou início de janeiro.

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Primeira edição

A Cia Kahal venceu a primeira edição da atração e, de acordo com Mantoanelli, colhe os frutos do concurso. “O grupo virou uma referência para todo mundo que dança street, e eles estão em um nível superior. A gente viu que eles (os jurado) fizeram bem em premiar o Kahal. Eles já foram convidados a fazer apresentações fora do Brasil, na Europa. E muito disso foi em função do programa”.

John Lennon da Silva , que foi eliminado na primeira etapa da fase final, também segue com diversos convites para se apresentar em eventos. O dançarino foi uma das revelações do programa e ganhou destaque depois que João – o jurado taxado como o mais rigoroso --, chorou ao assisti-lo apresentar a Morte do Cisne. Na época, ele foi comparado a Susan Boyle , por ter sido desacreditado por sua aparência, mas surpreender o trio do júri com seu talento, assim como a cantora escocesa.

“Lógico, que a gente, que está em televisão, visa a audiência. Mas ficamos tocados e gratificados em saber que fazendo um bem para a pessoa. Não é só um reality que a gente está explorando o talento da pessoa, mas a gente está contribuindo também para o sucesso delas, a carreira delas”, se orgulha o diretor da atração.

Equipe do
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Equipe do "Se Ela Dança, Eu Danço" se reúne antes de mais um dia de gravação


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