Seriado inspirado no filme homônimo estreia nesta terça (31) na Rede Globo

A Rede Globo segue firme na disposição de transformar sucessos do cinema brasileiro em minisséries na telinha. Depois de "O Bem Amado", "Chico Xavier" e "Divã", nesta terça-feira (31) estreia "A Mulher Invisível", baseado no filme de 2009. A história mostra as aventuras de Pedro ( Selton Mello ), que se apaixona por Amanda ( Luana Piovani ), uma mulher que existe apenas em seu imaginário.

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Luana Piovani, Selton Mello e Débora Falabella
João Cotta/TV Globo
Luana Piovani, Selton Mello e Débora Falabella

Diferente da versão exibida na telona, o seriado mostra um triângulo amoroso: Pedro é casado com Clarisse ( Débora Falabella ), e com ela vive os conflitos típicos de um casal que enfrenta a rotina do dia-a-dia. É para fugir desses conflitos que Pedro cria Amanda, a mulher perfeita, que acaba mexendo com a vida do casal. "A grande mensagem de ‘A Mulher Invisível’ é: viva bem com a sua fantasia e assuma para a sua mulher”, conta Guel Arraes , um dos roteiristas da série que será exibida em cinco episódios, sempre às terças, e pode ganhar nova temporada caso consiga bons níveis de audiência.

Guel Arraes, Luana Piovani e Selton Mello
Marcio Nunes/TV Globo
Guel Arraes, Luana Piovani e Selton Mello

Criada para a série na TV, a personagem de Clarisse é uma mulher batalhadora que herdou uma agência publicitária dos pais. Ela tem um espírito aventureiro e acumula funções ao assumir as responsabilidades dentro de casa e ser chefe de Pedro no escritório. 

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Já a relação de Pedro e Amanda é a mesma que foi mostrada no filme. Ela é a personificação da mulher ideal que o homem procura nos momentos em que se sente sufocado. Mas, apesar de linda e perfeita, ela não existe, e acaba gerando reações que logo chamam a atenção de Clarisse. A partir daí, Amanda invade a vida do casal e provoca uma mistura de sentimentos, rejeição e concorrência, e fica tão próxima que passa a envolver os dois, fazendo com que eles não consigam viver sem ela.

Além dos já citados, a Rede Globo também já fez o caminho contrário na dramaturgia: após o sucesso de séries ou programas na telinha, produziu filmes, como nos casos de "A Grande Família" e "Os Normais".

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