Em entrevista no "Mais Você", ator fala sobre os bastidores da trama que acaba nesta sexta-feira (23)

No dia em que será exibido o penúltimo capítulo de " Cordel Encantado ", Carmo Dalla Vecchia participou do programa "Mais Você", exibido na manhã desta quinta (22). Durante o programa, ele conversou com Ana Maria Braga , contou que é apaixonado por fotografia e que gravou um CD em ritmo de salsa.

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"Morei um tempo na Argentina, eu gravei um CD em espanhol, mas tive grande sorte dele não ser lançado", brincou. "Sou um cara mais tímido, mas arranho alguma coisa no chuveiro", continuou ele, aos risos.

Carmo revelou que tem a fotografia como um de seus hobbies. Ele disse que costuma tirar fotos nos bastidores das gravações e nos locais onde visita. "Tem muito a ver com o Zé Bob (personagem na novela "A Favorita", de 2008). Eu fiz curso de de fotografia e acabei adquirindo esta paixão de trabalhar com imagem. É algo que me dá muito prazer", contou ele.

O ator rasgou elogios ao elenco de "Cordel Encantado". "As pessoas se dão muito bem, muito amigas, isso ajudou no sucesso. Era uma paixão muito grande de contar essa história", disse ele, que também não esqueceu de citar as autoras Telma Guedes e Duca Rachid . "O texto é brilhante. Desde a primeira novela que elas fizeram, elas procuram falar sobre ética, amizade, amor à primeira vista. É muito difícil fazer algo assim porque às vezes as pessoas consideram um assunto muito piegas e elas conseguiram transformar isso em uma coisa maravilhosa".

Carmo Dalla Vecchia no
Divulgação/TV Globo
Carmo Dalla Vecchia no "Mais Você"
"Gravamos durante cinco ou sete dias. Tem uma hora na batalha que eu empino o cavalo. Eu começo como herói e logo depois fui ao chão", continuou ele, sempre bem-humorado.

Assim que acabará a novela, ele continua em cartaz com a peça "Estranho Casal", que fica até o final de novembro no Teatro das Artes, em São Paulo. "O personagem é um cara oposto de mim, bagunceiro, desorganizado, que atira jornal para todo lado, separado, e que por coincidência acaba dividindo apartamento com o melhor amigo que é o oposto dele, um cara organizado, cheio de toque", contou ele, que assina a versão brasileira e a produção da peça.

"Eu tenho muito orgulho porque este espetáculo teve mais de mil montagens pelo mundo. Estou em cartaz com ela há quase três anos, então tive a sorte de perceber a importância de produzir espetáculos que fala de um assunto importante: a falta que as mulheres fazem na nossa vida. Com esta peça as mulheres tem a chance de saber o que falamos delas quando elas não estão presentes", finalizou ele.

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