Série de Miguel Falabella que provocou polêmica antes mesmo de estrear tem apoio contra e a favor. E você, o que achou?

Assunto bastante comentado desde que começaram as chamadas na Globo, a série "Sexo e as Negas" estreou na noite de terça-feira (16) e dividiu opiniões. As manifestações nas redes sociais foram bem balanceadas entre os que gostaram e são a favor da história e os que enxergaram preconceito e estão contra.

No Twitter, alguns pregaram boicote à nova produção com fortes críticas à Globo e ao autor da série, Miguel Falabella. Os ataques dividiram espaço com elogios, que partiram principalmente da classe artística.

Mas afinal, "Sexo e as Negas" é mesmo racista e machista ou apenas retrata o cotidiano real de jovens que trabalham e aproveitam a vida com o que têm a seu alcance? A série retrata a vida de quatro amigas negras que moram em uma comunidade afastada no Rio de Janeiro.

No primeiro episódio, o sexo como moeda de troca incomodou quem acompanhava a estreia e provocou manifestações contrárias no Twitter. Além disso, a ideia de que mulheres vivem atrás de homens que as sustentem e "tratam logo de fazer filho" para contar com pensão colocou mais lenha na fogueira. O fato das protagonistas serem negras virou coadjuvante na história.

O próprio Falabella rebateu críticas pouco antes da estreia: "Achei que todo mundo entenderia que é uma paródia de 'Sex and the City'. Já existem vários programas maravilhosos com elenco negro como 'Antônia', 'Ó Pai Ó'... O problema não é a comunidade, infelizmente o problema nesse País ainda é o sexo. Todas trabalham, ninguém é puta", afirmou ele.


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