Apresentador do "CQC" defende-se da repercussão "distorcida" da gravação do que ele chamou de "conversa acalorada" com grupo da comunidade judaica na segunda-feira (4)


Procurado pelo iG nesta quarta-feira (6), após a divulgação de um vídeo gravado por um grupo da comunidade judaica, Marcelo Tas lamentou a repercussão que considera distorcida sobre o que chamou de "conversa acalorada" nos bastidores do "CQC" na Band. Conforme noticiado anteriormente , Tas chegou a dizer ao grupo: "Vocês só olham para o rabo de vocês". No entanto, segundo o jornalista, o vídeo (assista abaixo) retrata apenas uma parte da conversa que realmente aconteceu.

"O vídeo publicado é uma montagem de 30 segundos retirada de conversa longa, acalorada, que aconteceu na madrugada de segunda (4), após a transmissão do 'CQC'. Em nenhum momento o grupo se apresentou como membros da Federação Israelita de São Paulo. Fui abordado de sopetão, com a acusação de que o 'CQC' teria sido "parcial" na recente serie de três reportagens em Jerusalém e Gaza", explicou ele.

Federação Israelita de São Paulo publicou parte do vídeo gravado com Tas
Reprodução
Federação Israelita de São Paulo publicou parte do vídeo gravado com Tas

"Se você puder assistir à série na Internet, verá que entrevistamos vítimas dos dois lados do conflito. Tivemos um cuidado absoluto em equilibrar a cobertura. Tenho grandes amigos e colegas na comunidade judaica de São Paulo, um deles é padrinho do meu filho. O criador do 'CQC' e diretor-artístico da Band Diego Guebel é judeu. Tenho respeito, admiração e longa convivência com a comunidade judaica no Brasil e no exterior", defendeu-se. "Lamento profundamente a forma como esse encontro- ou desencontro- foi distorcido nas redes sociais".

Tas ainda explicou que tentou atender às solicitações do grupo, mas não obteve o retorno esperado. "O indivíduo que chamo de mentiroso no vídeo é um cidadão que estava no grupo. Ele mesmo se apresentou como uma das pessoas que, durante as ultimas semanas, espalhou inverdades sobre a cobertura do 'CQC' no Facebook, incitando sua rede a 'denunciar' o programa. Pedi a este indivíduo que me enviasse os pontos da reportagem que ele denunciava como parciais para ouvir o outro lado - como vocês fazem aqui, agora - , e ele nunca enviou", finalizou.

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