Ao iG, Fabíola Gadelha fala sobre ameaças de morte, prefere não expor nome de filhos e comenta sobre seu físico: "Me acho bonita de qualquer jeito, não tenho problema com peso"


Fabíola Gadelha
Edu Moraes/Rede Record
Fabíola Gadelha

Há duas semanas,  Fabíola Gadelha  assumiu o comando do "Cidade Alerta", da Record, como substituta de Marcelo Rezende nas férias do apresentador. No posto, ela mostrou-se durona ao encarar as notícias e os fatos policiais do dia a dia. No trato com os bandidos e meliantes, como ela gosta de chamar, Fabíola não se mostra intimidada, comportamento que tem há dez anos, desde que estreou na televisão em Manaus, no Amazonas. Essa não foi a primeira vez dela no comando da atração: em janeiro, Fabíola já havia se juntado a Percival de Souza no estúdio ao vivo (assista abaixo).

Rabo de Arraia

A postura de enfrentamento, que rendeu a ela o apelido Fabíola Rabo de Arraia, tem consequências: ao conceder a entrevista ao iG , a jornalista de 33 anos fez questão de preservar os nomes dos filhos e do marido. "Já fui ameaçada de morte várias vezes. Ultimamente, tomo todo cuidado. Ando escoltada, até porque faz parte, mas nada que me intimide". A decisão de proteger os parentes vem do exemplo dado por Rezende: em entrevista recente ao iG , o jornalista comentou que não gostava de mostrar sua família. "Nunca quis mostrar meus filhos. Pra quê? Para vir um bandido e acabar com a vida deles?", questinou, na época.

Nascida e criada em Manaus, Fabíola tem dois filhos do primeiro casamento, "um de 14 e outros de 12 anos", e ainda não se casou oficialmente com Paulinho, com quem tem um relacionamento há 5 anos. "Conto com a ajuda do Paulinho, da minha irmã, Isabel , e da minha mãe. Eles me apoiam nos deveres do dia a dia e me esforço pra ser a mãe mais presente possível", comenta ela, que está morando em São Paulo até o retorno de Marcelo.

Comunicativa desde pequena, a jornalista diz nunca ter feito o estilo menininha. "Fui muito brincalhona, com facilidade de fazer amizades, sempre rodeada de muitos amigos. Não gostava muito de brincar com bonecas, gostava era de brincadeira nas ruas, como queimada, barra-bandeira, esconde-esconde, manja?", questiona ela, que começou a trabalhar já no primeiro ano da faculdade de jornalismo.  Confira mais trechos da entrevista abaixo.       

iG: Como se sente de ser tão nova e já fazer o sucesso que faz?
Fabíola Gadelha: Muito feliz. Já era satisfeita com o reconhecimento na região norte. Agora, estou encantada com o reconhecimento nacional.

iG: Qual o sentimento que tem pelo Marcelo Rezende, ele te apoia muito, não é?
Fabíola Gadelha: Apoia demais. Meu maior sentimento é de gratidão, carinho, respeito, admiração. Serei eternamente grata, não só pela oportunidade, mas principalmente pelos ensinamentos e direcionamentos que ele me passa e que levarei para o resto da vida.

iG: Como você lida com sua aparência na TV?
Fabíola Gadelha: Já tive minha fase de magra, mas me acho bonita de qualquer jeito, não tenho problema com peso. Se minha saúde estiver comprometida, emagreço. Se eu estiver com vontade de comer e isso não atrapalhar a minha saúde, eu como. Eu como tudo que tenho vontade. Pra mim, o importante é ser feliz. E no trabalho já percebi que não interfere. O importante é o profissionalismo, até porque, conquistei o Brasil na minha fase mais gordinha.

iG: Qual seu plano profissional para o futuro? Pretende continuar na TV com reportagens policiais?
Fabíola Gadelha: Isso aí eu prefiro entregar pra Deus. Faço o que gosto. Enquanto houver oportunidades, vou abraçando.

iG: O que você achou da ida do Luiz Bacci pra Band? Você deixaria o "Cidade" se recebesse um convite por um salário melhor ou para ter um programa só seu?
Fabíola Gadelha: Sou amiga do Bacci e torço por ele. Se ele acha que isso é o melhor pra ele, eu apoio. Qualquer oportunidade que me chegar, analisarei com todo cuidado. Se for melhor para mim e minha família, aceitaria sem problemas.

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