José Luiz Villamarim: "Sophie tem carisma, e isso é star quality. E star quality só algumas pessoas têm. Ela ganhou, é um dom"

Festa 'O Rebu'
Anderson Borde, Felipe Assumpção e Léo Marinho / AgNews
Festa 'O Rebu'


Se em “Canto da Sereia” e “Amores Roubados”, Isis Valverde foi a menina dos olhos de José Luiz Villamarim , em “O Rebu” quem tem o poder de todas as fichas de aposta do diretor é Sophie Charlotte. A atriz, que vive Duda, protegida de Angela Mahler ( Patrícia Pillar ), na trama, arrancou elogios do manda-chuva da produção durante a festa da nova novela das 23h, na quinta-feira (3), no Rio.

“Sophie tem carisma, e isso é star quality. E star quality só algumas pessoas têm. Ela ganhou, é um dom. Além disso, ela é extremamente profissional, e isso me deixou muito impressionado. Ela é muito séria, trabalhadora, estudiosa, e acho que ela está em um momento muito legal de carreira. Eu tinha muita vontade de trabalhar com ela. Eu fico ali na Globo, olhando as pessoas, e eu paquerava a Sophie, me chamava atenção aquele olho, um brilho, e eu não me arrependi. Vocês vão ver que ela está brilhando”, afirmou ao iG.

Villamarim vem de uma sequências de sucessos na emissora. Se o coração pré-estreia de “O Rebu” fica mais acelerado e com a expectativa alta? Claro. É quase inevitável. “Mas ter expectativa é um pouco ruim, você muito fica mais ansioso… A gente não sabe o que vai dar certo. Existem apostas que fazemos baseadas em várias coisas que lemos e pesquisamos. Algumas a gente acertou, então por que não pensar que podemos acertar de novo? Agora, o ideal de uma artista é nunca ficar na zona de conforto. É fazer histórias novas, arriscar, e o que nos chamou atenção em ‘O Rebu’ era a proposta completamente radical que o Braúlio criou há 40 anos, e para colocar hoje continua moderno”, disse.

O ritmo acelerado da ficção é um dos pontos que prometem ser positivos no quesito audiência. Os olhos devem ficar grudados na história, não existe perda de tempo na revelação dos fatos. “É uma novela-thriller, uma trama muito acelerada, com muitos ganchos, e o George (Moura) e o Gold (Sérgio Goldenberg) bolaram muitas história.s Tem muito elenco novo, trouxemos mais pessoas para a investigação, montamos uma ‘cozinha’. Ou seja, tem muita novidade. E a ideia é que o rebu não pare e a gente queime história. Eu acho que é disso que o público gosta”, palpitou o diretor.

O pé no acelerador causou, inclusive, uma gripe "braba" em Villamarim. “Mas eu trabalhei gripado, não paro, não. O set do 'Rebu' cansa, é muito grande. Isso aqui (aponta para a varanda da festa) é fácil… Em Buenos Aires gravamos com 400 pessoas no set, e isso cansa, dá muito trabalho”, falou.

Aliás, por falar em Buenos Aires, a festa da ficção tentou ser reproduzida na noite de quinta, com suas limitações, claro. Lá, na ficção, o céu não era o limite. “Eu queria fazer a festa que eu não fui. Tomara que eu tenha conseguido. A ideia é um jet set, as referências eram sempre grandiosas… Pensamos bem grande para fazer. Eu espero que vocês gostem”. A estreia é dia 14 de julho. Preparados?

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