Ator conta que teve sua entrada em "Vitória", de Cristianne Fridman, adiantada após demissão de Dado Dolabella


A entrada de Rodrigo Phavanello em “Vitória” , nova novela da Record que estreia dia 2 de junho, não foi das mais tranquilas. Seu personagem, o advogado criminalista Rafael, só apareceria no 21º capítulo. Mas com a demissão de Dado Dolabella , a direção reposicionou o ator para aparecer logo no sétimo capítulo e formar a terceira ponta do triângulo amoroso entre Diana ( Thaís Melchior ) e Artur ( Bruno Ferrari ).

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“Eu não estava na trama na época. Na realidade, eu entrei sem saber disso”, disse ele ao iG sobre a confusão entre Dado e um produtor da novela, que resultou na rescisão do contrato entre as partes. “Rafael é outro personagem completamente diferente. Ele já iria chegar na trama para defender Diana. A única coisa que acrescentaram foi o envolvimento amoroso, o que eu acho maravilhoso. Se não acontecesse isso, eu já estava desenhando meu personagem para dar umas investidas nela (risos). Está tudo maravilhoso, acho que esses conflitos acontecem nas grandes famílias. Eu gosto muito do Dado, é um grande amigo, e só lamento o fato ter acontecido”, declarou.

A autora da novela, Cristianne Fridman , deu novo norte para Rafael, um rapaz que foi nascido e criado no Haras onde Diana é joqueta. Ele foi para São Paulo estudar e retorna para a vida de Diana após uma grande confusão entre ela e Artur. “É uma história linda, porque os dois se conhecem desde a adolescência”, pontou o ator, que se disse romântico e apaixonado por triângulos amorosos.

“Existe bastante na TV, no cinema, no teatro, e na vida também. Eu nunca vivi uma situação parecida, mas acho que viveria. Nós estamos vivos para intensificar os nossos sentimentos, não é?”, cutucou Phavanello. Para se preparar para Rafael, o ator entrou para aulas de jiu jitsu e se apaixonou. “Estou praticando há três meses. Eu não gosto de academia, adoro correr, bicicleta, mas puxar peso não é comigo. E eu também nunca fiz nenhuma luta. Então, eu estou completamente apaixonado por essa arte. Está me ajudando muito como pessoa, no meu psicológico. Eu me arrependo por não ter conhecido essa arte antes. Eu quero levar para o resto da minha vida, já comprei quimono e tudo mais”, revelou.

Ele falou ainda sobre suas inspirações para a composição do caráter do personagem. “Meu cunhado e meu sobrinho são advogados criminalistas. E na hora que eu li a sinopse do Rafael, eu pensei de cara no meu cunhado, que é um cara do bem, segue um caminho humilde, e lutou muito para ir para essa área de criminalista. É uma área que defende bandidos, assassinos, e geralmente existe um preconceito muito grande da população. Na realidade, não é você que julga aquelas pessoas. Você defende um cliente seu, mas quem julga é o juri popular ou o juiz. E meu cunhado lutou muito contra esse preconceito, assim como o Rafael”, contou.

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