A trama de Walcyr Carrasco foi esticada e está na fase chamada de "barriga", que alonga enredos. Escolha quem não faz falta no folhetim

" Amor à Vida " termina no fim de janeiro de 2014. A obra de Walcyr Carrasco estreou em maio deste ano e, com a esticada, completa oito meses no ar, se tornando a novela mais longa das 21h da Globo desde "Passione", de 2010.

Curta a fanpage do iG Gente no Facebook e receba notícias dos famosos

Para se manter tanto tempo no ar, alguns assuntos precisam ser prolongados ou extintos, e o folhetim entra em uma fase chamada de "barriga". Por isso, algumas histórias perdem o rumo original e também novos caminhos são apontados pelo autor.

Alguns núcleos, como o formado por Thales ( Ricardo Tozzi ), Leila ( Fernanda Machado ) e Natasha ( Sophia Abrahão ), não têm mais para onde ir, pois a história já foi desenrolada e poderia ter um rápido desfecho. O mesmo acontece na troca de casais formada por Patrícia ( Maria Casadevall ), Guto ( Márcio Garcia ), Síliva ( Carol Castro ) e Michel ( Caio Castro ).

Outro exemplo é o casal Elias ( Sidney Sampaio ) e Gina ( Carolina Kasting ). O religioso entrou na novela para tapar um buraco na história da cozinheira, que se envolveu com Herbert ( José Wilker ). Aliás, José Wilker também entrou para movimentar, já que seria o pai de Gina e teria um caso com ela, mas o caso de incesto não foi adiante e virou mais uma história de amor sem sucesso na ficção.

Além deles, Valdirene ( Tatá Werneck ), Ignácio ( Carlos Machado ) e Carlito ( Anderson Di Rizzi ) também começam a esgotar as piadas e a repetir cenas improváveis. Outros núcleos também dão mostras de que poderiam sair da novela sem deixar buraco no enredo. Vote na enquete e escolha qual parte de "Amor à Vida" é mais chata e desnecessária.


    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.