Ex-apresentador do “Morning Show”, da RedeTV!, comenta o desafio de ingressar no “Coletivation”, atração que comanda ao lado de Fiuk


Formado em publicidade, Patrick Maia   começou a trabalhar com roteiro em agências e nunca imaginou atuar na televisão. “Nunca procurei. Até cinco anos atrás, meu sonho era ser um publicitário bacana, famoso por ser publicitário. Eu era redator e queria ser isso”, afirmou ele, que reverteu sua criatividade para o humor e começou a fazer stand-up. Dali, criou um blog, partiu para a apresentação do “Morning Show”, da Rede TV!,  e atualmente comanda o “Coletivation”, da MTV, ao lado de Fiuk.

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Patrick Maia
Thaís Sant'Anna
Patrick Maia

Antes de mais um dia de gravação em estúdio, Patrick conversou com o iG e falou sobre a mudança de emissora, em especial sobre a questão da liberdade, sempre muito comentada entre os apresentadores do canal. “Acho que o bloqueio que eu tinha na RedeTV! era mais por conta do horário, porque o programa era das 8h30 às 9h30 da manhã. Então, não podia escapar nenhum ‘porra, que merda’. Agora, aqui estou bem mais à vontade. Lá eu ficava me policiando. Ficou mais natural”, comentou o apresentador, que sente-se mais livre para falar sobre todos os temas no novo programa. “Não podia falar de sexo no horário porque tinha criança vendo. Não podia fazer piada de duplo sentido. Agora está mais cômodo. Estou com menos travas.”

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Aos 27 anos de idade, Patrick afirma que não se leva a sério e tem tentado passar isso para Fiuk, seu colega de estúdio, que estreou como apresentador. “Eu falo: ‘velho, vamos lá, embarca aí’. E ele embarca também. Estou achando legal para caramba. Esse negócio de zoar com a gente, fazer piada de si para poder fazer piada dos outros. Tenho muito isso, não me levo a sério nem um pouco”, afirma Patrick.

O apresentador relembra que os dois não se conheciam antes de trabalharem juntos e, por isso, a sintonia nas gravações vem aumentado com o tempo. “A gente vai acertando a mão no caminho. Quando a gente estreou, sabíamos que o primeiro não seria igual ao décimo, que não seria igual ao 30. Ele vai evoluindo. E a química entre os apresentadores também. A gente não era amigo nem conhecido. As coisas estão começando a acontecer mais naturalmente agora”.

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