Narrador diz que lhe dá arrepios pensar em aposentadoria


Galvão e Desiree Bueno
Eduardo Lopes
Galvão e Desiree Bueno

Depois de ter declarado em julho desse ano que a Copa da África seria a última que narraria fora do País, Galvão Bueno vem tendo de lidar com especulações sobre sua aposentadoria. “Essa história [de aposentadoria] não é verdade, não estou pensando nisso”, disse ele nos bastidores da premiação Brasileiros do Ano, realizada em São Paulo, no clube Monte Líbano, pelas três publicações semanais da Editora Três, “Istoé”, “IstoÉ DINHEIRO” e “IstoÉGENTE”.

Homenageado como o Comunicador do Ano, Galvão falou que as pessoas tendem a interpretar mal suas declarações: “Eu disse que ia trabalhar na Copa de 2014 e assistir à próxima, o quer não significa que vou estar aposentado! Sou um homem de comunicação, me dá arrepio pensar nisso”, explicou ele, ressaltando que a mudança para o Brasil em 2012 [ela atualmente mora em Mônaco por conta das transmissões da Formula 1] aumentou as especulações.

Quanto ao movimento “Cala a Boca, Galvão!”, ele se defende: “As pessoas ficam pegando no pé com essa história de “cala boca”, mas sou assim, me envolvo muito, sou emotivo, eu incorporo. Às vezes sou acusado de amar demais, não tenho vergonha, não me arrependo e nem me arrependerei. Mas manter o trabalho de jornalista, é andar no fio da navalha, entre a emoção e a verdade dos fatos. Eu agradeço por ter conseguido me comunicar por todos esses anos, em especial 2010.”.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.