Confira as mudanças na silhueta das candidatas que disputaram a faixa de Miss Universo

Desde que Martha Rocha ficou em segundo lugar do Miss Universo por duas polegadas a mais no quadril em relação à primeira colocada, o padrão das meninas que disputam a faixa mudou muito. Hoje, as candidatas passam por diversas intervenções estéticas, como aumento dos seios, lipoaspiração e plásticas no rosto. Confira a evolução das misses brasileiras:

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Em 1954, aos18 anos, Martha Rocha venceu o concurso Miss Bahia e em seguida tornou-se Miss Brasil. Ficou famosa ao perder no mesmo ano o título de Miss Universo para a americana Miriam Stevenson por duas polegadas a mais no quadril. Desde seu reinado até os dias de hoje, suas sucessoras diminuíram considravelmente a silhueta. No ano seguinte, Emília Barreto de Corrêia Lima foi eleita Miss Brasil, representando o estado do Ceará, e uma das semifinalistas do Miss Universo. Em 1961, Staël Maria da Rocha Abelha levou a faixa de mulher mais bonita do Brasil e foi a primeira mineira a receber o título. Assim mesmo, renunciou à faixa para se casar e foi sucedida pela gaúcha Vera Brauner .

Martha Rocha (1954), Emília Barreto de Corrêia Lima (1955), Staël Maria da Rocha Abelha (1961)
Divulgação
Martha Rocha (1954), Emília Barreto de Corrêia Lima (1955), Staël Maria da Rocha Abelha (1961)

Em 1972, a Miss Brasil Rejane Vieira Costa foi a segunda colocada no Miss Universo . Anos após seu reinado, iniciou a carreira de atriz na Rede Globo com o nome de casada, Rejane Goulart. Eleita Miss Rio Grande do Norte 1979, Marta Jussara foi a primeira representante do estado a conquistar o título brasileiro. Em 1985, Márcia Gabrielle foi a primeira Miss Brasil do Mato Grosso, derrotando 26 candidatas estaduais e do Distrito Federal.

Rejane Vieira Costa (1972), Marta Jussara (1979), Márcia Gabrielle (1985)
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Rejane Vieira Costa (1972), Marta Jussara (1979), Márcia Gabrielle (1985)

A paranaense Maria Carolina Portela Otto foi coroada Miss Brasil em 1992, mas não se classificou entre as 10 semifinalistas no Miss Universo. Em 1997, a mineira Nayla Micherif foi coroada Miss Brasil, mas também não se classificou no Miss Universo e ficou com a 57ª colocação, a pior classificação brasileira da história. Dois anos depois, Renata Fan foi eleita Miss Brasil, no Rio de Janeiro, deixando a marca de última loira no certame até então. Já no Miss Universo 1999, a entõ futura apresentadora ficou em 12º lugar.

Maria Carolina Portela Otto (1992), Nayla Micherif (1997), Renata Fan (1999)
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Maria Carolina Portela Otto (1992), Nayla Micherif (1997), Renata Fan (1999)

Natália Guimarães abriu caminho para um certo padrão de morenas na competição. Ela venceu o Miss Brasil de 2007 e foi vice no Miss Universo, colocação que não era obtida pelo Brasil desde 1972. A gaúcha N atália Anderle foi levou a faixa verde-amarela em 2008 e recebeu o maior prêmio oferecido desde 1954 - R$ 240 mil, um automóvel e uma valiosa joia. Mas não conseguiu classificação entre as semifinalistas do Miss Universo. A capixaba Débora Lyra foi eleita Miss Brasil 2010 pelo estado de Minas Gerais. Disputou o Miss Universo com 83 candidatas, mas não conseguiu classificação entre as 15 semifinalistas.

Natália Guimarães (2007), Natália Anderle (2008), Débora Lyra (2010)
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Natália Guimarães (2007), Natália Anderle (2008), Débora Lyra (2010)

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