Os promotores alegaram que precisam de tempo para preparar a argumentação sobre o caso

Os promotores do julgamento contra o médico Conrad Murray pela morte de Michael Jackson solicitaram nesta sexta-feira em Los Angeles um novo adiamento do processo para preparar sua argumentação do caso, informou a emissora "CNN".

O promotor do distrito, David Walgren, alegou "problemas de agenda" para justificar sua necessidade de adiar o início do julgamento por mais três semanas, cuja seleção do júri está prevista que comece em 8 de setembro.

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O magistrado Michael Pastor, que disse que precisou reorganizar seu calendário de trabalho para poder começar o julgamento no início de setembro, anunciou que divulgará sua decisão sobre o adiamento no dia 12 de julho.

A princípio, o julgamento pela morte do cantor foi marcado para o mês de março e foi adiado para maio por falta de tempo de preparação para promotoria e defesa, para posteriormente sofrer um novo atraso até 8 de setembro.

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Neste sábado a morte do rei do pop completa dois anos, vítima de uma overdose de remédios, entre eles um potente anestésico hospitalar chamado propofol.

Seu médico pessoal, Conrad Murray, enfrenta uma pena de até 4 anos de prisão por um delito de homicídio involuntário.

Murray é o único acusado neste caso e sempre defendeu sua inocência.

Segundo a promotoria, o médico foi o responsável de fornecer ao artista o coquetel de remédios que o matou.

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