Sem Grazi Massafera, ator prestigia camarote em Salvador e fala sobre agenda de trabalho e paixão pelo surfe

Cauã Reymond: em Salvador, mas sem folia
Juarez Matias
Cauã Reymond: em Salvador, mas sem folia
No segundo dia de Carnaval em Salvador, Cauã Reymond estava entre os famosos que foram ao Camarote Ação, no Circuito Barra-Ondina. Mas nada de folia: o ator deu apenas uma passada por lá, já que ele e a namorada, Grazi Massafera , viajaram à Bahia a trabalho.

“Eu vim para acompanhar a Grazi, que está trabalhando”, diz o galã, sem revelar o compromisso da namorada. “Eu gostava muito de Carnaval só quando era mais novo. É muita gente e tal, e eu sempre estava trabalhando muito. Mas agora estou voltando a gostar”, conta ele.

De olho nas milhares de pessoas que pulavam junto com o trio elétrico no circuito, Cauã soltou um sorriso ao dizer que sempre foi “do surfe” e que “nunca curti esse momento pegação em Salvador. Nunca saí com abadá para pegar mulher”.

A paixão pelas pranchas é tão grande, que o ator não vê a hora de voltar para o esporte. Ele está sem “pegar onda” desde o fim do ano passado por conta da operação no quadril. “Eu devo voltar a surfar daqui um mês e pouco. Já estou correndo na areia fofa. Estou bem feliz”.

Confira a seguir o bate-papo de Cauã com o iG Gente...

iG: Como está sua vida sem o surfe?
Cauã Reymond: Estou tranquilo. Estou fazendo fisioterapia ainda, mas está tudo bem. Eu devo voltar a surfar daqui um mês e pouco. Já estou correndo na areia fofa. Eu amo surfar. Para você ter uma ideia, só na região da cabeça eu acho que tenho uns 40, 47 pontos. É de surfe, de skate. Quando você fica sem andar, depois disso tudo é bom.

iG: Em abril você estreia como um dos protagonistas de “Cordel Encantado” e também estará no cinema. Está cheio de trabalho para esse ano?
Cauã Reymond: É, meu ano já está cheio. Vai estrear o filme “Não se pode viver sem amor”, de Jorge Duran, vou gravar a novela e já começo a rodar outro filme.

iG: Como você escolhe seus trabalhos?
Cauã Reymond: Acho que pelo grupo de pessoas, pelos personagens que eu não poderia viver na televisão. Que me proporcionam trabalhar com outra energia, com outros assuntos. Fazer cinema é um sonho no Brasil, a gente não tem um mercado tão grande como os americanos, até mesmo os europeus, os mexicanos.

iG: Cinema e TV. Esse ano só vai dar Cauã, então.
Cauã Reymond: Verdade. Sei que eu estou fazendo bastante filme, mas são filmes nem tão bons de bilheteria, com baixo orçamento é impossível ser bom de bilheteria (risos). Mas posso dizer que são bons de crítica.

iG: Qual foi o personagem que foi um divisor de águas na sua carreira?
Cauã Reymond: Acho que meu primeiro filme "Ódiquê?" (2004) e o "Se Nada Mais Der Certo" (2009). Foi uma virada.

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