Há quatro meses morando nos Estados Unidos, a modelo fala sobre seu dia-a-dia de "madame", do novo amor e da ausência no carnaval

Nana Gouvêa
Facebook/Reprodução
Nana Gouvêa

Nana Gouvêa atende ao telefone com uma criança no colo chorando. “Estou dando mamadeira para o bebê, mas vamos falando”. Ao contrário da cantora Gretchen , que apareceu fazendo dublê de garçonete na Florida, Nana não está participando de uma pegadinha como babá nos Estados Unidos. O menino é um dos filhos de seu namorado americano.

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Desde agosto ela está vivendo em Nova York com  o agente musical Carlos Keynes e leva uma vida de “madame”, como ela mesma define. “Estou cuidando do caçula dele, de três anos, enquanto a mãe está na terapia”, conta ela sobre a nova rotina que se resume a curso de inglês, academia e a se dedicar ao companheiro, que tem três filhos.

Nana Gouvêa posou com Sarah Jessica Parker num baile de gala em Nova York:
Reprodução/Facebook
Nana Gouvêa posou com Sarah Jessica Parker num baile de gala em Nova York: "A gente apenas estava trocando cordialidades"
Apesar de estar fora do País, Nana continua em alta por aqui. Recentemente, ela publicou fotos no Twitter ao lado de celebridades, como Sarah Jessica Parker , e vídeos caseiros de sua nova vida no exterior. Em um deles, ela aparece vestida de Mamãe Noel sexy desejando “Feliz Natal” aos fãs e no mais recente, malhando com seu personal trainer. Confira o bate-papo:

iG: Como é sua vida nos Estados Unidos?
Nana Gouvêa:
Levo uma vida normal, estudo quatro horas por dia em uma escola de inglês. Estou muito feliz, bem adaptada à vida americana. Mas é uma loucura, saio da aula e vou para um baile de gala, por exemplo. Antes tinha três horas para malhar, hoje em dia, posso uma hora e olhe lá!

iG: Seu vídeo desejando Feliz Natal tem feito sucesso na internet. É um artifício para os fãs matarem a saudade?
Nana Gouvêa:
Abri um canal com os meus fãs pelo YouTube, agora mesmo po um na sala de ginástica com o meu personal trainer. Meu marido que surgiu com a ideia dos vídeos. Começou quando ele me comprou uma fantasia de Mamãe Noel e fez este vídeo ridículo, uma comédia, mas que teve 600 mil visualizações. Os meus fãs não sentem a minha falta porque tenho Twitter e todo mundo fala comigo, leio todas as mensagens. Só não tenho tempo de responder todas.

É uma experiência nova ter um marido, não tenho que me preocupar com as contas no fim do mês"

iG: Como está o seu inglês?
Nana Gouvêa: Meu marido e eu brigamos quando ele faz que entende tudo o que eu falo e não me corrige. Sei que ele me entende, até pelo olhar a gente conversa, mas quero ser entendida por todo mundo. Todo dia ele me leva de mochilinha nas costas para escola (de inglês). Digo que é o momento “daddy” (papai). Ele me leva e me busca na porta do curso todos os dias. Gasto em torno de cinco horas para a função escola. São três horas de curso, uma hora para ir, outra pra voltar.

iG: Não pensa em tentar uma carreira internacional?
Nana Gouvêa:
Quando estiver dominando a língua, terei essas cinco horas livres e vou ter que preenchê-las. Quero me sentir útil, ou fazendo outro curso ou vou procurando trabalho na minha área. Não sei viver de madame, mas no momento, estou focada em aprender. Estou esse tempo sem trabalhar porque tenho uma pessoa para me “suportar” (em inglês, support, que significa sustentar). Mas a minha alma pede trabalho.

A modelo com o namorado Carlos Keynes
Reprodução/ Facebook
A modelo com o namorado Carlos Keynes
iG: Você tem visto para trabalhar?
Nana Gouvêa:
Para mim vai ser fácil conseguir o green card, porque estou praticamente casada com um americano. Mas não penso em oficializar agora, por enquanto estamos vivendo juntos. Quando for a hora, terei toda a documentação porque já faço parte do escritório dele. Já estamos trabalhando os vídeos, então não deixo de ser uma artista da agência dele.

iG: Você está fora do carnaval desde 2009. Não sente saudade?
Nana Gouvêa:
Não tenho nenhuma saudade do carnaval, aliás, de nada. O carnaval acabou para mim. Eu fui rainha de verdade, na época que a gente recebia para isso. Hoje, as mulheres pagam para sair nas escolas. Mas não fecho as portas para o Brasil, estou aberta para trabalhar: pode ser em uma novela, um filme, publicidade ou eventos.

iG: E nãos ente falta dos fotógrafos de plantão, que viviam no seu pé?
Nana Gouvêa:
É uma tranquilidade poder sair de casa sem ter que me preocupar com paparazzi. Não sinto falta, mesmo.

O carnaval acabou para mim. Eu fui rainha de verdade, na época que a gente recebia para isso. Hoje, as mulheres pagam para sair nas escolas"

iG: Como é sua vida financeira já que está sem trabalhar?
Nana Gouvêa:
É uma experiência nova ter um marido, é meio moleza. É mais fácil, não tenho que me preocupar com as contas no fim do mês. É assim: quero ir ao supermercado, ele fala: “toma aqui o dinheiro”. Quero um casaco novo, ele diz: “compra”. Mas eu também ajudo a cuidar do bebê e dos filhos adolescentes dele, também estou contribuindo com ele. É gratificante ajudar, eu me sinto uma boa esposa. É bom fazer um homem feliz, isso me faz muito bem.

Nana Gouvêa banca a Mamãe Noel sexy e dança em vídeo gravado pelo namorado americano
Reprodução/Facebook
Nana Gouvêa banca a Mamãe Noel sexy e dança em vídeo gravado pelo namorado americano
iG: No baile de gala The Brain Trauma Foundation você postou com Sarah Jessica Parker, Sigourney Weaver, Danny Aiello e Bernadette Peters. Como é estar ao lado desses artistas?
Nana Gouvêa:
Estar com esses artistas faz parte da nossa vida. Mas isso não significa que eles se tornaram meus amigos de infância, a gente apenas estava trocando cordialidades.

iG: O vestido rosa que você foi ao evento gerou uma série de comentários maldosos na internet. Como lidou com isso?
Nana Gouvêa:
Eu posso usar rosa, querida.Tenho corpo para isso! Aqueles comentários têm uma pitada de inveja. É o tipo de gente que pensa: “Ah, eu não estava lá! Por que ela?” Na vida nem tudo é um mar de rosas, há facilidades e dificuldades.

iG: Você já tem data para voltar ao Brasil?
Nana Gouvêa:
Queria fazer uma viagem de fim de ano ao Brasil, mas meu marido não vai poder, então prefiro esperar para ir com ele. Assim como conheci a família toda dele, quero que ele conheça a minha também, em Minas Gerais.

 Assista aos vídeos:

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