O álbum “Born This Way” foi banido das rádios locais devido as supostas ofensas ao cristianismo

Lady Gaga
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A polêmica em torno do novo álbum – que já é disco de platina e em sua primeira semana vendeu 1,1 milhões de cópias nos Estados Unidos – de Lady Gaga ultrapassou as fronteiras do EUA. Nesta segunda-feira (6) o jornal norte-americano “Huffington Post” anunciou que o governo libanês proibiu a circulação do CD Born This Way e apreendeu todo o carregamento de discos da cantora que chegava ao país.

O governo local declarou que as músicas de Gaga desagradam e desrespeitam o cristianismo, por isso não devem ser divulgadas. A canção Judas já havia sido proibida no país.

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Nos EUA, esta música também causou tumulto. “Lady Gaga quer chocar os católicos e cristãos em geral: ela se veste como uma freira e engole o rosário, depois não quer ser criticada”, disse Bill Donohue, presidente da Liga Católica americana. De acordo com o jornal “Metro” do Reino Unido, o governo da Malásia também proibiu a veiculação de outra canção do novo álbum, "Born This Way". Em resposta a retaliação, Lady Gaga incentivou os jovens da Malásia a cobrarem seus direitos, “façam suas vozes serem ouvidas”, disse a cantora.

Outra notícia internacional que envolve Lady Gaga é que ela começará a ter aulas de línguas para surdos e mudos. A cantora contratou um tutor particular para poder estar mais próxima da realidade de todos seus fãs. De acordo com uma fonte próxima da cantora, Gaga é uma pessoa que sempre se engaja socialmente, seja impondo seus pensamentos sobre religião, direitos dos homossexuais nos EUA ou sobre políticas de imigração. "Agora, ela quer ter certeza de que seus fãs surdos também se sentem inclusos”, disse.

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