O cavaleiro fala sobre a morte da ex-mulher, Cibele Dorsa, e diz ainda que "estávamos vivendo um bom momento em nosso relacionamento"

Doda Miranda e Cibele Dorsa:
Divulgação
Doda Miranda e Cibele Dorsa: "Jamais deixei de lhe dar assistência moral e financeira", diz o cavaleiro

O cavaleiro brasileiro Doda Miranda enviou à imprensa um comunicado oficial sobre a morte de sua ex-mulher, Cibele Dorsa , com quem tem uma filha, Viviane . A escitora e atriz morreu na madrugada de sábado (26), ao cair da janela do 7º andar do prédio onde morava, no Morumbi, em São Paulo . Três meses antes, o noivo de Cibele, o apresentador Guilhereme Scarpa, se suicidou no mesmo local.

No comunicado, Doda diz que recebeu a notícia da morte de Cibele com "perplexidade e incompreensão" e cita também a carta deixada pela ex-mulher, em que ela o critica. "Minha consciência está tranqüila e não me cabe em autodefesa criticar a Cibele. Que ela esteja na paz de Deus (...) tenho incontáveis e-mails dela, tranqüila, me elogiando como pai, ex-companheiro e amigo, que jamais deixei de lhe dar assistência moral e financeira, principalmente nos momentos mais difíceis de sua vida", diz Doda em um trecho do texto.

O cavaleiro também pondera que os dois viviam um bom momento: "Ela havia acabado de autorizar a prorrogação da autorização para que o Fernandinho, de 13 anos, seu primeiro filho com meu amigo Fernando Oliva, continuasse morando conosco na Bélgica, em companhia da irmãzinha Vivi."

Leia a seguir o comunicado de Doda Miranda na íntegra:

"Foi um grande impacto, foi com perplexidade e incompreensão que recebi um telefonema da Klara, amiga da Cibele e logo em seguida do meu pai, na manhã de sábado (madrugada no Brasil) com a triste notícia do suicídio da Cibele, mulher com quem, embora jamais tenha sido casado, respeitava e admirava por haver me dado o maior tesouro da vida, nossa amada filha Viviane. Surpreso, pois estávamos vivendo um bom momento em nosso relacionamento, já que ela havia acabado de autorizar a prorrogação da autorização para que o Fernandinho de 13 anos, seu primeiro filho com meu amigo Fernando Oliva, continuasse morando conosco na Bélgica em companhia da irmãzinha Vivi.

A dor foi ainda mais profunda quando tomei conhecimento da carta em que ela, movida por algum sentimento que jamais saberemos, faz crítica a minha conduta como ser humano.

Minha consciência está tranquila e não me cabe em autodefesa criticar a Cibele. Que ela esteja na paz de Deus, pois depoimentos como essa carta tenho incontáveis e-mails dela, tranqüila, me elogiando como pai, ex-companheiro e amigo, que jamais deixei de lhe dar assistência moral e financeira, principalmente nos momentos mais difíceis de sua vida, como na época do acidente de automóvel em que morreu seu amigo e agora recentemente com a triste perda de seu companheiro. Isso é bastante para mim, para as crianças que vivem felizes e protegidas e para todas as pessoas que nos conhecem".

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