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Michael Jackson

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  • Nome

    Michael Jackson

  • Idade

    50 anos (29/08/1958)

  • Naturalidade

    Gary, Estados Unidos

  • Signo

    Virgem

  • Status

    Ex-marido de Lisa Marie Presley

Michael Jackson é um dos maiores nomes da música pop de todos os tempos. Começou cedo, no grupo Jackson Five e depois brilhou em carreira solo. É o maior vendedor de discos da história, com 750 milhões de cópias. Seu auge foi nos anos 80 e 90. Morreu com 50 anos, em decadência pessoal e profissional. Foi julgado por assédio sexual e pedofilia (e inocentado), deixou filhos, dívidas e um legado musical que nunca será esquecido.

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Biografia completa de Michael Jackson

BIOGRAFIA

No auge de sua carreira, Michael Joseph Jackson foi a maior estrela do planeta. Vendeu mais de 750 milhões de álbuns, número jamais superado. Passou a vida surpreendendo as pessoas, nos últimos tempos devido a sua vida privada com contornos surreais, processos por assédio sexual e mudanças estapafúrdias a que submeteu seu corpo. Sua própria morte foi explorada como espetáculo em estádio por familiares ávidos em recolher os poucos dólares que seu frágil cadáver ainda poderia render. O velório foi transmitido ao vivo no Staples Center, em Los Angeles, cidade onde o astro morrera dias antes, em grande solidão, amparado apenas por um médico de caráter sob suspeição judicial.

A causa de sua morte foi um mix do anestésico Propofol ministrado com o anti-ansiolítico Lorazepan, segundo o laudo divulgado após a exumação do corpo. O médico pessoal de Jackson, Conrad Murray, tentou ainda reanimá-lo, enquanto esperava socorro médico. Ele foi acusado de ministrar os medicamentos que causaram a morte.

Seu nome consta no Rock and Roll Hall of Fame da Rolling Stone, com a seguinte descrição:
Michael Jackson é cantor, autor, dançarino e celebridade com um vasto catálogo de hits e incontáveis prêmios. Além disso, transformou o mundo como poucos artistas anteriormente ou desde seu surgimento. Suas aparições levaram platéias ao delírio somente conhecido até então com Elvis Presley, The Beatles e Frank Sinatra”.

Jackson 5

O garoto nasceu em Gary, Indiana, em 29 de agosto de 1958. Começou a cantar e dançar profissionalmente aos 5 anos, com seus três irmãos mais velhos, sob a batuta de seu pai, o metalúrgico Joe Jackson, ou Papa Joe, como ficou conhecido nos primeiros anos de carreira do astro. Em 1968 o grupo, agora com cinco irmãos, era conhecido como Jackson 5. Veio o primeiro contrato assinado com a gravadora Motown Records, então abrigo de outros astros de black music e domínio de seu proprietário, o ambicioso Berry Gordy. Foi o próprio Gordy e os veteranos da indústria de entretenimento a perceber que aquele pequeno cantor era dono de um talento inigualável.
The Jackson 5 foi um fenômeno instantâneo. Os quatro primeiros singles – “I Want You Back”, “ABC”, “The Love You Save” e “I’ll Be There” – chegaram ao primeiro lugar nas paradas de 1970, um feito que nenhum grupo jamais havia conseguido. E mais: tente cantarolar uma dessas músicas hoje, e conseguirá, sem esforço de memória. É provável que nem tenha nascido ou fosse apenas um bebê quando tocaram no rádio. Isso faz uma estrela pop ser inesquecível.
Assim era Michael Jackson, desde criança o centro das atenções: ele era o vocalista principal do grupo, dançava com energia e talento irresistíveis. Todos em casa tentavam imitá-lo, desde sempre. Os irmãos Jackson logo se transformaram em seriado transmitido pela TV americana aos sábados pela manhã e no mundo todo em horários alternados. Era uma geração inteira tentando imitar os passos e cantar como Michael, sem sucesso.
Em sua autobiografia, “Moon walk”, Michael Jackson comentou: “quando você é uma criança no show bizz, não tem maturidade para entender o que está acontecendo. Pessoas tomam decisões quando você está fora da sala”, relembra. “Mas Berry Gordy insistia em perfeição e dava atenção aos detalhes. Me impressionava sua persistência. Esse era seu gênio. Por anos, observei cada momento das sessões em que Berry estava presente e nunca esqueci o que aprendi com ele. Até hoje, uso os mesmos princípios.”
Em 1971 Michael Jackson começou a gravar sozinho, e ao mesmo tempo com o grupo. Sua gravação solo de “Ben”, a música título de um filme sobre um garoto e seu ratinho homicida atingiu o número 1 das paradas em 1972. É preciso entender o que isso significa: até os anos 1960, e o surgimento da Motown Records, em Detroit, havia paradas de sucesso e emissoras de rádio brancas e para o público negro. A Motown e Michael Jackson ajudaram a mudar esse cenário para sempre.
Os irmãos (exceto Jermaine, o mais velho, que se casou com a filha de Berry Gordy) deixaram a Motown em 1975, e assinaram com a Epic Records, uma unidade da CBS.

No ano seguinte, Michael faria seu debut cinematográfico como o espantalho na versão do musical da Broadway “O Mágico de Oz”.

O primeiro álbum solo de Michael Jackson na Epic, “Off The Wall”, de 1979, vendeu sete milhões de cópias e teve quatro singles no primeiro lugar das paradas. O produtor era Quincy Jones, um astro do R&B que se tornou parceiro de Jackson na produção de hits. “Off The Wall” foi apenas o prólogo do que estava por vir.

O auge de Michael Jackson veio em 1982, quando lançou o álbum “Thriller”. O videoclipe da música – que custou 125 milhões de dólares para ser produzido – foi anunciado dias antes e todos esperavam ansiosamente sua transmissão em rede pela MTV. Pode-se dizer que Jackson lançou a geração videoclipe e a MTV lucrou muito com o talento performático do célebre dançarino. Vieram outros tantos videoclipes, que eternizaram Michael Jackson como um dos maiores performers pop em todos os tempos.

Thriller” tornou-se o álbum mais vendido de todos os tempos e mudou a linguagem dos videoclipes. O diretor era John Landis, e o vídeo um pastiche de histórias de horror. Sete de nove faixas de “Thriller” foram lançadas como singles e chegaram aos primeiros lugares das paradas. O álbum ficou dois anos nas paradas, venceu oito Grammys e vendeu mais de 50 milhões de cópias em todo o mundo.

O próximo álbum de Michael, “Bad”, foi lançado em 1987. Não obteve o mesmo sucesso de “Thriller” – mas vendeu oito milhões de cópias, e teve outro clipe memorável, dirigido pelo cineasta Martin Scorsese, ao custo de um milhão de dólares.

A venda de seus álbuns pela Sony Music gerou mais de 300 milhões de dólares em royalties desde o início dos anos 1980. A verba obtida em turnês e negócios – como o controle sobre o catálogo das músicas dos Beatles, merchandising, publicidade – talvez tenha gerado outros 400 milhões de dólares, acreditam managers da época.

No final da vida planejava uma turnê que o salvaria da falência. Seu rancho Neverland tinha manutenção cara e a falta de perícia para tocar os negócios o afundaram financeiramente. Além disso, a saúde ficou debilitada. Entre as principais causas para uma possível depressão e dependência de medicamentos, aponta-se as acusações de pedofilia e abuso sexual contra menores, a primeira delas em 1993. Ele foi julgado e absolvido em 2005.

A maior ironia sobre o problema financeiro de Jackson veio após sua morte: tornou-se a celebridade morta mais lucrativa. Segundo ranking da revista Forbes, a “marca” Michael Jackson arrecadou 275 milhões de dólares em 2010.
 

<span>Michael Jackson</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Michael Jackson brincando com seus filhos</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>A filha pequena de Michael Jackson</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Michael Jackson passeando com um de seus filhos</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Michael Jackson e o ato polêmico</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Michael na época dos Jacksons 5</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Janet Jackson, irmã de Michael, consola os filhos Michael Jackson na homenagem a ele após sua morte</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Michael Jackson e sua ex-mulher Lisa Marie Presley</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Michael Jackson</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong>

CDs solo (não há como estabelecer quantos discos foram vendidos individualmente. Ao todo, foram mais de 750 milhões de cópias e vendem até hoje)
Ben (1972)
Got to Be There! (1972)
Music and Me (1973)
Off The Wall (1979)
Thriller (1982)
Bad (1987)
Dangerous (1991)
HIStory (1995): Past, Present and Future
Invincible (2001)
This Is It! (2009)

Singles que chegaram ao 1. Lugar

Ben
Break of the Dawn
You Rock My World
Earth Song
You Are not Alone
Black or White
Dirty Diana
Man in the Mirror
The Way You Make Me Feel
Smooth Criminal
Bad
I Just Can’t Stop Loving You
Thriller
Beat It
Billie Jean
Rock With You Don’T Stop ‘Till You Get Enough


Participações em filmes

O Mágico de Oz (The Wiz, 1976)

Em 1988, Michael Jackson comprou por 17 milhões de dólares uma propriedade perto de Santa Ynes, Califórnia, a famosa Neverland, transformada em uma Disneylândia particular, com brinquedos, animais e lagos. Era uma espécie de diversão, a única coisa que parecia importar, e isso incluía a companhia de crianças – pessoas com as quais, segundo suas próprias palavras, ele se sentia em casa. Mas foi isso justamente o que lhe causou as maiores atribulações.

No meio dos anos 1990, ele deixou o trabalho regular após o lançamento do álbum “Dangerous”, em 1991. Em 1993, fechou um acordo judicial que supostamente o acusava de molestar sexualmente um garoto, com uma reparação financeira estimada em 20 milhões de dólares. O garoto de 13 anos se recuperava de um câncer e mantinha com Jackson estreita relação de amizade.

O episódio causou graves danos à imagem do ídolo, e talvez estragos psicológicos irreparáveis. Foi nessa época, garantem pessoas próximas, que Jackson desenvolveu dependência de medicamentos que o acompanharam até o fim de seus dias. As dores que o acometiam podem ser atribuídas a várias cirurgias. Naquele mesmo ano ele casa inesperadamente com Lisa Marie Presley, filha de Elvis. Alguns viram nisso uma tentativa de reabilitar sua imagem como heterossexual (foi apontado como homossexual por alguns veículos, mas nunca assumiu) e unir seu nome a outro de grande fama. O casamento durou 18 meses.

A dor e fúria de Jackson começaram a se manifestar em seu corpo. Ele parecia terrificado, atrás da máscara que as cirurgias plásticas forjaram. A fúria podia ser presenciada em grandes momentos de sua carreira como o vídeo feito para a música “Black or White” de 1991, bastante diferente da alegria dos primeiros tempos.

Em junho de 2005, ele foi absolvido de todas as acusações que sobre ele pesavam de ter molestado crianças. Foram quatro meses de julgamento, onde foram ouvidas 140 testemunhas. Ao final do julgamento, o júri preparou uma nota em que declarava ter estudado meticulosamente todas as evidências e que sentiu o peso dos olhos do mundo inteiro sobre si. Gostariam de voltar ao anonimato, escreveram aliviados.

Lisa Marie Presley nunca falou negativamente de Michael, mas sempre se referiu a ele com afeto, e declarou após sua morte que apenas sentia que não poderia salvá-lo de si mesmo. Jackson casou-se novamente em 1996, desta vez com uma enfermeira do consultório de seu dermatologista, Debbie Rowe. O casal teve dois filhos, o garoto Prince Michael Jackson e a filha Paris Michael Katherine Jackson. Aparentemente, as crianças eram o objetivo de Jackson com a união. O casal divorciou-se em 1999 e Rowe abriu mão da custódia das crianças. Posteriormente, ela admitiu que Jackson não era o pai biológico das crianças, que foram concebidas por inseminação artificial.

Além de continuar a viver no castelo de Neverland, Jackson teve outro filho, Prince Michael II - a mãe dessa criança nunca foi identificada -, e ele balançou o bebê em uma sacada em Berlim, o que causou escândalo mundial.

O mais célebre lapso de Jackson foi o documentário realizado com entrevistas feitas por Martin Bashir, jornalista inglês que divulgou declarações em que o próprio cantor dizia que ainda dividia sua cama em Neverland com crianças que não eram seus próprios filhos. O resultado junto à mídia foi devastador, mais uma vez. Acusado mais uma vez de pedofilia e abuso (embora não judicialmente), o músico teria tomado uma overdose de morfina, tentando suicídio. Observadores acreditam que Jackson jogou então uma pá de cal em sua carreira.

Em março de 2009, Jackson anunciou que voltaria a se apresentar numa série de concertos em Londres, durante o verão, no O2 Arena. O show seria a maior performance de Jackson desde 2001. Em 25 de junho, ele foi encontrado inconsciente em sua casa. Seu médico pessoal, Conrad Murray, tentou reanimá-lo até a chegada dos paramédicos, sem sucesso. Jackson foi levado de helicóptero para U.C.L.A. Medical Center com parada cardíaca e foi declarado morto algum tempo depois.

De acordo com a documentação legal emitida em 24 de agosto de 2009, Murray disse a investigadores que administrou uma dose intravenosa de 50 miligramas de propofol, um poderoso anestésico, por seis semanas antes da morte do cantor, para ajudá-lo a dormir. Murray também administrou lorazepam, ansiolítico que pode viciar, e midazolam, um relaxante muscular, para tratar a insônia de Michael Jackson naquele dia. De acordo com os laudos médicos emitidos, a mistura de propofol com lorazepam matou o cantor. O relatório médico emitido diz que a morte foi um homicídio.

O médico que acompanhava Jackson em casa tentou ressuscitá-lo por administração de flumazenil, uma droga que reverte os efeitos dos sedativos no sistema sanguíneo, e declara que esperou 82 minutos antes de chamar paramédicos ao local. O Dr. Conrad Murray pode responder a quatro anos de prisão por homicídio culposo.

A mídia preparou cuidadosamente o funeral do astro durante várias semanas. Ingressos foram distribuídos para o serviço fúnebre, realizado no Staples Center, em Los Angeles. Segundo a Nielsen Media Research, 18 canais transmitiram simultaneamente o funeral, um evento de três horas que reuniu 31 milhões de espectadores. Apenas dois ex-presidentes tiveram funeral televisionado: Ronald Reagan em 2004 e Gerald Ford em 2007.

O lugar onde ele foi enterrado era um mistério até 3 de setembro de 2009. Ele foi sepultado em Forest Lawn, um cemitério a várias milhas ao norte de Los Angeles. Cerca de 200 pessoas, incluindo Elizabeth Taylor, Lisa Marie Presley, Macaulay Culkin e Quincy Jones participaram do funeral privado daquele que foi o maior ídolo pop do planeta.

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