Thao Ntueyen, assim como o paramédico Richard Seneff, alegou que o médico de Michael Jackson não informou sobre o uso do remédio

Thao Ntueyen no depoimento desta segunda-feira (3)
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Thao Ntueyen no depoimento desta segunda-feira (3)
A médica cardiologista que trabalhava no UCLA - Hospital da Universidade da Califórnia em Los Angeles - no dia 25 de junho de 2009, Thao Ntueyen , foi uma das testemunhas desta segunda-feira (3), no julgamento que investiga a morte de Michael Jackson .

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Em depoimento, a médica afirmou que Dr. Conrad Murray - acusado de homicídio culposo pela morte do cantor - não soube precisar a quantidade de remédio administrado para que Michael Jackson começasse a dormir.

“Eu perguntei quando tinha sido dado o remédio para ele dormir, mas ele [Dr. Conrad] disse que não sabia. Ele me explicou que achou o paciente sem respirar e, quando perguntei que horas foi isso, ele não soube responder”, informou a médica. “Quando perguntei o horário que ele chamou a ambulância, também não soube responder, pois disse que estava sem relógio... Ele não soube dizer nem a hora aproximada", disse Dra. Thao Ntueyen.

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O promotor questionou a médica se Dr. Conrad informara sobre o uso de Propofol em Michael e a médica foi categórica em sua resposta. “Ele não citou isso para mim”, assim como o paramédico Richard Seneff disse em seu testemunho.

A médica disse ainda que Dr. Conrad Murray se apresentou no hospital como médico particular de Michael Jackson e informou que ele estava cansado por conta da quantidade de shows que ele faria.

“Ele se apresentou como médico particular de Michael Jackson [...] Ele disse que Michael estava cansado por conta dos shows que faria e que, por isso, estava dando remédios para ele dormir. Perguntei se tinha outros narcóticos ou remédios além dos que ele havia citado e ele disse: 'não há outras drogas'", informou.

Edward Nixon , executivo da empresa de tecnologia AT & T, também depôs. Sua participação no julgamento serviu como base para esclarecer os códigos dos registros de chamadas de Conrad Murray e assim decifrar as ligações feitas durante a morte de Michael Jackson e algum tempo depois.

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