Cantora faz apresentação no SPFW e confessa que é a favor da descriminalização da maconha

Marina Lima
Beto Lima
Marina Lima

Na noite deste sábado (18), Marina Lima esteve na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, para tocar algumas musicas de seu novo álbum, “Clímax”. A cantora estava há cinco anos sem lançar nenhum disco e, atualmente ensaia para a estreia de seu novo show, no dia 24 de junho, no Sesc Vila Mariana, na capital paulista.

Enquanto não faz sua apresentação inicial, Marina fez um pocket show no Lounge da Tam, montado exclusivamente para o São Paulo Fashion Week. “E vim mostrar um pouco do trabalho, fazer uma horinha”, brincou Marina, que em seguida, lamentou não poder conferir os desfiles desta semana de moda. “Estou chateada. Não consegui assistir nada por causa dos ensaios para o show”.

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Marina Lima
Beto Lima
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Antes de sua apresentação, Marina confessou ser apaixonada por moda. “Adoro moda, adoro roupa. É uma indústria muito importante”, afirmou a cantora. Em seu armário, ela contou que não faltam botas, jeans e saia curta. Já saias rodadas, não entram em seus cabides ou gavetas. “Não tenho nada contra, mas não fica bem em mim”.

Além de moda, Marina falou sobre seu quase um ano morando em São Paulo. Ela, que vivia no Rio de Janeiro, disse que, por enquanto, ainda não sente falta de nada no Rio de Janeiro. “O que me liga ao Rio está dentro de mim”, afirmou Marina, que adia o desejo de morar na capital paulista desde 1998. Mesmo sem saudades da cidade carioca, ela afirma: “O Rio está na minha alma”.

A cantora falou também sobre suas manias, dentro e fora dos palcos. “Gosto de ficar quieta, uns quinze minutos antes de entrar no palco. E longe do trabalho, gosto de acordar e ficar na cama. Cada dia é um novo dia, então acordo inspirada. Fico uma hora deitada antes de levantar para ver para onde sopra o vento”. Enquanto segue na cama, ela anota as ideias e escreve depois. “Essa é a hora de ter sacações”.

Já, sobre vícios, a cantora diz não ter nenhum. “Ao menos nenhum que eu queira largar”, brincou. Quando questionada sobre quais seriam esses vícios inabandonáveis, ela não citou nenhum, mas afirmou que é a favor da descriminalização da maconha, embora não tenha participado de nenhuma das passeatas que aconteceram pelo país. “Até o Fernando Henrique (Cardoso) apoia. É uma visão muito ajuizada do mundo moderno”, disparou.

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