Durante lançamento do seriado "A Mulher Invisível", no Rio de Janeiro, atriz fez revelações

Luana Piovani
Ag.News
Luana Piovani
Luana Piovani está de volta ao papel de Amanda em "A Mulher Invisível". “Fazer uma mulher perfeita é perfeito. E ser o sonho de todos os homens é maravilhoso”, revela a atriz, que mais uma vez exibe sua boa forma na trama. “Já vinha malhando normalmente. Depois que meu pé ficou bom, já pude voltar a praticar musculação e a correr na praia. Mas ainda não posso voltar ao balé”, comenta.

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A atriz revela que suspendeu totalmente o carboidrato. “Só como no café da manhã, para dar essa secada. Mas isso só nesses períodos de gravação”. Luana faz questão de afirmar que não existe mulher perfeita, e que conta com uma grande equipe para que tudo saia perfeito no seriado. “Muitas pessoas competentes trabalham para que vocês possam acreditar que a Amanda é perfeita”, sorri.

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Massagens e tratamentos estéticos também fazem parte da sua rotina. “Sempre fiz drenagem. Toda mulher precisa”. Outra grande curiosidade das gravações é que 80% das lingeries usadas por Amanda são da própria Luana. “Acabei tomando gosto, e comprei várias peças. Adorei, e ainda ajudei a figurinista”, diz. Ela fala que é muito importante a mulher estar bem produzida. “Uma boa lingerie faz milagres, tanto no corpo, quanto na relação”.

A atriz também está com os cabelos mais claros a pedido da produção. “A tal da fantasia masculina é com a loira, não tem jeito. E também estou usando unhas claras, já que também é a preferência dos homens”, conta, e já deixando claro que gosta mesmo é de cor nas unhas. “Adoro verde, laranja, roxo. Mas, não sei por que, é fato que os homens não gostam de esmalte”, define.

Hoje, Luana busca satisfação no trabalho. “Gosto de uma boa história. Atualmente estou no lugar que gosto. Mas, quero ir muito mais longe”, afirma, lembrando de como era uma menina quando gravou "Sex Appeal", em 1992. “Eu tinha 16 anos. E recordo de uma cena sensual, eu com uma camisola linda e nunca tinha me deitado com um homem”, lembra.

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Ela diz que o amadurecimento profissional chegou e que, hoje, sabe exatamente o que quer. “O que me ajudou foi o devagar e sempre. Tenho muita preocupação em não dar o passo maior que a perna. E isso me ajuda até hoje”.

E se ela pudesse ficar invisível? "Entraria em salas que não sou convidada. E também andaria de ônibus. Tenho saudade de quando ficava olhando a janela, ouvindo Walkman”, conta. “Eu também iria à praia de topless”, provoca.

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