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Glória Maria

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  • Nome

    Glória Maria

  • Idade

    61 anos (15/08/1949)

  • Naturalidade

    Rio de Janeiro (RJ)

  • Signo

    Leão

  • Status

    Solteira

Glória Maria, a primeira repórter negra da TV brasileira, é uma das apresentadoras mais conhecidas do Brasil. Após se aventurar por todo tipo de terreno, com grandes reportagens ao redor do mundo e ter passado uma década na à frente do “Fantástico”, entrou em período sabático de dois anos e voltou-se à vida pessoal. Adotou duas meninas e retornou à Globo para ser repórter especial do “Globo Repórter”.

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Biografia completa de Glória Maria

BIOGRAFIA

Filha de um alfaiate e de uma dona de casa, Glória Maria não teve as mesmas facilidades que outras personalidades tiveram para se tornar conhecida na televisão. Filha do alfaiate Cosme Braga da Silva e da dona de casa Edna Alves Matta, começou a trabalhar aos 16 anos de idade como telefonista para ajudar a família e pagar os próprios estudos na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Já direcionada ao jornalismo chegou, paralelamente, a trabalhar um ano de graça na Rede Globo até que foi finalmente contratada e largou a função anterior.

Primeira repórter negra da TV brasileira, estreou na emissora em 1971, durante a cobertura do desabamento do elevado Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro. Contudo, viria a atuar como repórter de vídeo apenas em 1974, ao fazer sua primeira matéria no Hotel das Paineiras, onde a seleção brasileira que iria disputar a Copa do Mundo estava concentrada. A partir de então, trabalhou em diversos telejornais da emissora carioca: “Hoje”, “Jornal das Sete”, “Bom Dia Rio” e “RJTV”. Dinâmica no trabalho, foi a primeira repórter a entrar ao vivo na televisão brasileira da Avenida Brasil, no Rio, para o Jornal Nacional.

Mostrando rapidamente sua competência para assumir funções de extrema responsabilidade, Glória Maria foi incumbida de realizar a cobertura da posse de Jimmy Carter, em Washington, 1977 – ocasião em que novamente deu um salto adiante sendo a primeira jornalista estrangeira (ao lado dos correspondentes internacionais Lucas Mendes e Hélio Costa) a entrevistar o presidente norte-americano. Então “senhora dos furos”, conseguiu, em 1984, antecipar o juramento olímpico do velocista Carl Lewis (exibido com exclusividade pelo Jornal Nacional) depois de passar pelo esquema de segurança do estádio onde iria se realizar um dos jogos olímpicos de Los Angeles, antes mesmo da solenidade de abertura da Olimpíada.

O ano de 1986 ficou marcado para sempre na vida de Glória Maria: passou a integrar a equipe do “Fantástico”, quando seu rosto se tornou conhecido por quase todos os brasileiros. No programa, realizou entrevistas com muitas personalidades conhecidas mundialmente, como Michael Jackson, Freddie Mercury, Madonna e outras estrelas internacionais, além de realizar reportagens especiais em destinos exóticos como Saara, Lapônia e leste europeu – o que lhe rendeu 10 passaportes completamente preenchidos ao longo da carreira. Todas as matérias continham uma característica peculiar: a descrição meticulosa de sensações, um ingrediente fundamental para manter qualquer telespectador interessado em suas aventuras. Também foi protagonista de diversas experiências audaciosas, como voar de asa-delta para o programa “Esporte Espetacular”, escalar o Himalaia e descer por uma corda o bondinho do Pão de Açúcar.

Apesar do prazer que suas reportagens proporcionavam, nunca deixou de assumir matérias mais complexas, de cunho social. Debruçou-se sobre assuntos como a vida de imigrantes brasileiros no Japão, a invasão da embaixada japonesa no Peru por terroristas tupamaros e, depois de passar pela Olimpíada de Atlanta (1996) e Copa do Mundo na França (1998), assumiu ao lado de Pedro Bial a apresentação do “Fantástico”. Em 2003 conduziu, com o colega de trabalho, a primeira entrevista exclusiva com o presidente Luís Inácio Lula da Silva para a televisão após sua posse. Não satisfeita, ainda produziu quadros de destaque como a viagem ao lado do escritor Paulo Coelho pelos trilhos da transiberiana, em 2006, e o voo que simula a gravidade zero no Centro Espacial Kennedy, nos EUA, no ano seguinte.

Após 35 anos de uma exaustiva carreira e quase dez apresentando o programa mais aguardado dos domingos, Glória Maria se afastou da televisão durante dois anos para descansar e desenvolver seus próprios projetos. O período sabático foi marcado por uma guinada na vida pessoal: a apresentadora adotou duas meninas. Então, no começo de 2010, a jornalista acertou com os diretores da Globo que se tornaria repórter especial do programa “Globo Repórter”. Voltou às telas e renovou o contrato com a emissora até 2016.

<span>Glória Maria em 1977 como repórter da Globo</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Glória Maria com as filhas Laura e Maria</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Glória Maria</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Glória Maria no Fantástico</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Glória Maria com suas filhas e o ex-namorado Paulo Mesquita</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong>

Mesmo tendo focado boa parte de sua vida no trabalho, Glória Maria viveu pelo menos duas relações amorosas longas e estáveis: a primeira, com o engenheiro austríaco Hans Bernhard, durou oito anos; a segunda, com o francês Eric Auguin, durou seis.

Em 2003, a jornalista afirmou que teria se casado no papel - mas não revelou o nome do marido, embora os olhos de todos, à época, tenham apontado para o apresentador Renato Bisoni, com quem ela realmente trocou muitos beijos públicos. Antes de viajar ao Marrocos, em 2008, teve um caso passageiro com um estudante de Psicologia, Bernardo Langlott, de apenas 25 anos. Em 2010, Glória disse já ter sido casada em segredo com o produtor musical Carlos Araújo (cada um morando em sua própria casa durante quatro anos).

O mesmo mistério que Glória faz a respeito de sua vida amorosa também ronda sua própria idade, já que a jornalista nunca disse em que ano nasceu. Admite que tem medo da morte, mas que o fato de não revelar quantos anos têm é uma forma de não envelhecer mais cedo, um ensinamento que teria aprendido na Índia. Em entrevista para a revista “RG Vogue”, Glória Maria admitiu que – embora não beba, fume ou use drogas há mais de uma década – tem algumas obsessões: faz jejum absoluto durante dez dias a cada cinco meses, toma um suco canadense que faria uma limpeza profunda no organismo e toma até mil cápsulas por semana de remédios naturais.

Também é motivo de questionamentos o fato de ter se afastado da Rede Globo durante dois anos. Os possíveis desentendimentos que teve com Renata Ceribelli e Pedro Bial, seus colegas no programa “Fantástico”, não foram confirmados por Glória, mas o fato foi levantado inclusive pela revista “Veja”. De acordo com a publicação, a apresentadora teria uma personalidade difícil que faria com que câmeras torcessem para não ter que viajar com ela, mesmo a destinos que qualquer mortal daria tudo para conhecer.

Foi durante uma viagem que fez à Índia que a apresentadora - fazendo trabalhos sociais com crianças - resolveu adotar duas meninas. Após um difícil e discreto processo, virou mãe das baianas Maria e Laura em 2009. No início de 2010, passou a circular ao lado do economista Paulo Mesquita, de 30 anos. O namoro durou apenas quatro meses e agora a jornalista está solteira.

Glória Maria foi a primeira jornalista negra da Rede Globo, tendo colecionado ao longo de sua carreira várias posições de destaque, entre elas a de primeira repórter a aparecer ao vivo na televisão. Em seu currículo, entrevistas históricas, como a com o presidente norte-americano Jimmy Carter, e com personalidades como Madonna. Depois de dez anos à frente do “Fantástico”, passou dois anos distante da Rede Globo para se dedicar a projetos pessoais. Voltou às telinhas em 2010 como repórter especial de “Globo Repórter”

Televisão

1971: Participou da equipe de apoio da cobertura do desabamento do elevado Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro para o “Jornal Nacional”.
1974 – 1986: Trabalhou como repórter para os principais telejornais de cobertura nacional para a Rede Globo.
1983 - 1984 e 1989: Apresentava eventualmente o telejornal regional “Bom Dia Rio”.
1984: Apresentava eventualmente o telejornal regional “RJTV”.
1986 – 1997: Repórter especial do “Fantástico”.
1998 – 2007: Apresentou junto com Pedro Bial o dominical “Fantástico”.
2000 – 2001: Editora chefe junto com Laerte Mangini do “Fantástico”.
2010: Apresentou eventualmente o “Globo Repórter”.

Prêmios

2009: Recebeu o “Troféu Raça Negra” realizada pela “Afrobras” que homenageia e valoriza o talento de personalidades negras brasileiras.

2010: Recebeu o prêmio dedicado às mulheres da segunda edição do evento “Mulheres que Brilham Bombril”.


 

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