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Gilberto Gil

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  • Nome

    Gilberto Gil

  • Idade

    69 anos (26/06/1942)

  • Naturalidade

    Salvador, Brasil

  • Signo

    Câncer

  • Status

    Casado com Flora Gil

Gilberto Gil começou ao lado de Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa e Tom Zé. Se destacou com os Mutantes na mesma época em que criava o Tropicalismo com Caetano Veloso. Perseguido pela Ditadura, se exilou com o parceiro. Na volta, lançou Expresso 2222, divisor de águas de sua carreira. Foi Ministro da Cultura de 2003 a 2008. Flora Gil é sua quarta mulher. Tem sete filhos - o oitavo, Pedro, morreu em um acidente de carro.

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  • gilbertogil Gilberto Gil avalia conflitos de estilos - Música - WSCOM - O Jornal Eletrônico da Paraíba, Nordeste e Brasil: http://t.co/FJJF27v
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  • daniloacf fernanda lima :" -O brasil não é feito de futebol, é feito tambem de gilberto gil, caetano veloso..."etc etc...... que vergonha dos gringos!
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Biografia completa de Gilberto Gil

BIOGRAFIA

Nascido no bairro do Tororó, em Salvador, Gilberto Gil teve suas primeiras influências musicais em Ituaçu, para onde a família se mudou durante o começo da infância. Lá, ouvia Luiz Gonzaga pelo rádio. Depois, ao ganhar um violão, despertou para a expressão de João Gilberto, esboçando os primeiros passos de uma futura e brilhante carreira musical. Foi durante a faculdade de administração, em 1964, que Gil, ao lado de Caetano Veloso, Bethânia, Gal Costa e Tom Zé, realizou sua primeira apresentação: “Nós, Por Exemplo”. Após terminar a graduação, no ano seguinte, mudou-se para a capital paulista.

Em 1967, Gilberto Gil e Mutantes ficaram em segundo lugar no 3º Festival de Música Popular Brasileira  (transmitida pela emissora Record), com a música “Domingo no Parque”. Era o começo de uma longa parceria com Caetano Veloso, com o qual iniciou o Tropicalismo no Brasil. Com o auge da ditadura, o movimento foi considerado subversivo e ambos foram presos em 1968. O exílio na Inglaterra, no ano seguinte, inspirou a composição de uma de suas músicas mais conhecidas, “Aquele Abraço”.

Gil retornou ao Brasil apenas em 1972, lançando o célebre disco “Expresso 2222”, considerado um divisor de águas em sua carreira. Quatro anos mais tarde, gravou “Doces Bárbaros”, com Caetano, Bethânia e Gal Costa e foi preso por porte de maconha, sendo internado no Instituto Psiquiátrico São José (SC), de onde saiu 20 dias depois. O ano de 1978 foi marcado pelo sucesso no “Montreux Jazz Festival”, na Suíça, fazendo com que seus ritmos ficassem conhecidos em todo o mundo. A partir da trilogia conceitual dos trabalhos “Refazenda”, “Refavela” e “Realce”, Gilberto Gil firmou sua tendência pop, que direcionaria sua trajetória ao longo da década de 1980.

Na década de 1990, Gil dá um passo adiante com o lançamento de “Parabolicamará”. O período também é marcado pela criação de “Tropicália 2”, ao lado novamente de Caetano para comemorar tanto os 25 anos do movimento como as três décadas de amizade com o compositor. “Unplugged” e “Quanta” reforçam, finalmente, a excursão poética entre ciência e arte. Em 1998, recebeu o Grammy de melhor álbum do World Music pelo “Quanta Gente Veio Ver”.

Gilberto Gil abriu 2000 com a trilha sonora do filme “Eu, tu, eles”, em que retoma clássicos de Luiz Gonzaga. Após o lançamento de “Gil Milton”, álbum que marcaria a parceria também com Milton Nascimento, apresentou shows referentes ao trabalho até o ano seguinte. “Kaya N’Gan Daya”, de 2002, foi um tributo ao reggae de Bob Marley que fecharia um ciclo antes de se tornar ministro.

A nomeação de Gil ao cargo de ministro da Cultura, em 2003, desencadeou uma série de críticas de personalidades famosas. O ator e diretor de teatro Paulo Autran afirmou, em entrevista à Folha, que a política cultural e as leis de incentivo não foram poupadas por seu ministério - induzindo um aumento do custo do teatro no Brasil. Ao anunciar sua saída do ministério, em 2008, Gil afirmou que se afastava por necessidades pessoais e que não se incomodava com as críticas de que teria negligenciado o cargo para privilegiar a carreira artística. De acordo com o cantor, conciliar as duas áreas apresentou algumas vantagens para o Brasil, pela projeção, por exemplo, do Ministério da Cultura no exterior.

Em 2008, exclusivamente voltado à música, Gilberto Gil lançou o “Banda Larga Cordel” e, em 2010, o “Fé na Festa” por meio dos quais reafirma a devoção à cultura popular e festas tradicionais brasileiras.

<span>Gilberto Gil</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Gilberto Gil na época do Tropicália</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Gilberto Gil, Flora e filhos</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Gilberto Gil e a filha Preta Gil</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Gilberto Gil em seu show</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Gilberto Gil</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong>

A capacidade de se renovar, observada em sua trajetória artística, também é a que parece guiar Gilberto Gil na vida pessoal. Militante ambiental desde 1990, quando criou a organização não-governamental OndAzul (para a proteção de águas brasileiras), o cantor, compositor e violinista Gil é figura carimbada no carnaval da Bahia, onde sempre acompanha a marcha dos Filhos de Gandhi. Além disso, a reciclagem e a criação veloz parecem lema também no que diz respeito a casamentos: foram quatro uniões (Belina de Aguiar, Nana Caymmi, Sandra Gadelha e Flora Gil) e oito filhos – um deles morto em um acidente de carro em 1990, Pedro. Os outros sete são: Nara, Marília, Preta, Maria, Bem, Isabela e José.

Quase meio século de expressão artística, mais de 50 álbuns lançados, 12 discos de ouro, cinco discos de platina, sete “Grammy Awards” e mais de 4 milhões de discos vendidos, Gilberto Gil ultrapassa o papel de mero cantor, músico e compositor, para representar a genialidade musical brasileira em sua totalidade e constante renovação.

Discografia

1962: Primeira gravação como cantor, interpretando “Coça, coça, lacerdinha”.
1963: Disco de estreia “Gilberto Gil- sua música, sua interpretação”.
1965: Compacto simples com “Procissão” e “Roda”.
1966: Contrato para fazer o primeiro LP: “Ensaio geral” (lado A) e “Minha senhora” (lado B).
1967: Composição de músicas para o filme “Brasil ano 2000”. Lançamento do LP “Louvação”.
1968: Compacto “Pega a yoga, cabeludo” e “Barca Grande”; disco tropicalista “Gilberto Gil”; participação no repertório do Panis et circensis; compacto com “A luta contra a lata ou a falência do café”.
1969: Compacto “Aquele abraço” e “Omã iaô” e seu terceiro LP “Gilberto Gil”
1971: Lançamento na Inglaterra do álbum “Gilberto Gil”.
1972: Compacto duplo com “O sonho acabou”, “Oriente”, “Felicidade vem depois” e “Expresso 2222” e compacto com “Cada macaco no seu galho” e “Chiclete com banana”. LP com as faixas “Back in Bahia”, “Ele e eu”, "Expresso 2222”, e outras. Lança com Caetano o LP “Barra 69”.
1973: Compacto simples com “Meio-de-campo”.
1974: Disco e LP “Temporada de verão”. Compacto “Vamos passear no astral” e “Está na cara, está na cura”.
1975: Álbum duplo “Gil Jorge Ogum Xangô” e lançamento de “Refazenda”.
1976: Álbum duplo de “Doces Bárbaros”.
1977: Compacto com “Sítio do Pica-Pau Amarelo” e “A gaivota”. Refavela é lançado. Refestança é gravado em LP.
1979: “Nightingale”, compacto com “Não chore mais” (o seu maior hit, com 750 mil cópias) e “Macapá". Lançamento de “Realce” e LP com “Super-homem”, “Marina", “Realce” e “Toda menina baiana”.
1980: Lançamento do “Se eu quiser falar com Deus” e “Cores vivas”.
1981: “Luar” e “Brasil”, com João Gilberto e Caetano. “Sonho molhado” e “Cara a cara” saem em um compacto.
1982: Disco “Um Banda Um”.
1983: Disco “Extra”.
1984: Álbum “Quilombo na Europa”.
1985: Disco “Dia dorim noite neon” e “Gil, 20 anos-luz”.
1986: Trilha sonora do filme “Jubiabá”.
1987: Disco acústico “Gilberto Gil em concerto”. Sai nos EUA “Soy loco por ti, América”.
1989: Disco “O eterno deus Um dança”.
1990: Relançamento em CDs de discos lançados em LP pela
1991: CD “Afoxé” é lançado apenas no exterior.
1992: “Parabolicamará” e duplo “Songbook Gilberto Gil”.
1993: Disco “Tropicália 2”. Todos os seus LPs e discos são relançados em CDs na série “Colecionador”.
1994: lançamento mundial em disco e homevideo de “Gilberto Gil unplugged”.
1997: Single promocional “Pela internet” é lançado em CD, bem como o duplo “Quanta”.
1998: Disco duplo ao vivo “Quanta gente veio ver”. CD “O sol de Oslo”.
1999: Lançamento da caixa “Ensaio Geral”, com 13 CDs. CD gravado para o livro “GiLuminoso”
2000: Disco “Gilberto Gil e as canções de Eu tu eles”. Lançamento do CD “Gil Milton”.
2001: Disco “São João Vivo”.
2002: CD “Kaya N’gan daya” e caixa “Palco” (com 30 CDs), com material inédito.
2004: DVD “Outros (Doces) Bárbaros”.
2005: DVD “Show da Paz, Gil na ONU”.
2006: Relançamento do disco “Sol de Oslo”. Lançamento da música “Ballet de Berlim”, para homenagear a Copa.
2008: Álbum “Banda Larda Cordel” é lançado pela internet.
2009: CD e DVD “Banda Dois”.
2010: CD “Fé na Festa”.

Festivais e Prêmios

1965: Participa do 4º Festival da Balança, com “Iemanjá”.
1966: Concorre como compositor no 1º Festival Internacional da Canção e no 2º Festival de Música Popular Brasileira da TV Record (recebendo o quinto lugar com a interpretação de “Ensaio geral” por Elis Regina).
1967: Segundo lugar no 3º Festival de Música Popular Brasileira com “Domingo no parque”.
1968: Terceiro lugar no 4º Festival de Música Popular Brasileira por “Divino, maravilhoso”.
1970: Golfinho de Ouro pela música “Aquele abraço” (prêmio recusado)
1977: Participação no 2º Festival Mundial de Arte e Cultura Negra.
1986: Recebe o Golfinho de Ouro.
1990: Gil recebe o título de cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras do ministro da Cultura da França. Recebe o 10º Prêmio Shell para Música Brasileira pelo conjunto de sua obra.
1993: Homenageado no Festival Internacional de Jazz de Montreux.
1994: Recebe o Prêmio Sharp de Música.
1999: “Quanta live” é eleito o disco do ano na categoria World Music pelo Grammy.
2003: Gil recebe o prêmio de personalidade de 2003 no Grammy Latino em Miami.
2004: Prêmio Polar de Música concedido pela Real Academia Sueca de Música.
2005: Compõe “hino” em francês, para o festival de Dacar – “La Renaissence Africaine”. Recebe o Polar Music Prize em Estocolmo. Recebe o Prêmio Multishow de Música Brasileira, 2005 com a música “Vamos Fugir”, com Skank. É indicado ao 6º Grammy Latino com o CD “Eletroacústico”. Recebe do governo francês a “Légion D’Honneur Grand Officier”.
2006: Recebe o Grammy nos EUA de melhor álbum contemporâneo de World Music pelo CD “Eletroacústico”. Recebe o título de Honra ao mérito do Afoxés Bisnetos de Gandhy.
2007: Indicado ao 50º Grammy com o disco “Gil Luminoso”, concorrendo ao troféu de melhor álbum na categoria World Music.
2008: Indicado ao prêmio 9º Grammy Latino na categoria melhor álbum compositor com o CD “Banda Larga Cordel”.
2009: Recebe diploma da Cidade de Milão por ser “embaixador da cultura e da consciência crítica do Brasil moderno”.

Espetáculos-shows-turnês

1964: Espetáculo “Nós, por exemplo”, ao lado de Caetano, Bethânia, Gal e Tom Zé
1965: Primeiro show individual “Inventário”.
1968: Participação no show Momento 68.
1969: Show de despedida (em função do exílio) que se transformará em disco.
1970: Show ao lado de Caetano no Royal Festival Hall. Grava as músicas do filme “Copacabana mon amour”.
1971: Apresenta-se com Gal Costa no Student Centre de Londres.
1972: Espetáculo “Gilberto Gil em concerto” e shows para divulgar o “Expresso 2222”.
1973: Gil se apresenta ao lado de outros nomes da MPB no Midem, em Cannes. Show “Banana eufórica”. Temporada no Teatro Opinião. Apresenta-se ao lado de Gal no Olympia, em Paris.
1974: Show com Caetano e Gal no Teatro Vila Velha. Temporada no Tuca.
1975: Turnê Refazenda.
1976: Turnê com Caetano, Gal e Bethânia para “Doces Bárbaros”. Retoma turnê do “Refazenda”.
1977: Primeira fase da turnê Refavela. Turnê com Rita Lee para o Refestança, gravado em LP.
1978: Festival Internacional de Jazz de Montreux, na Suíça. Miniturnê pela Europa.
1979: Excursão nos EUA para promoção do “Nightingale”. Turnê do “Realce”.
1980: Gilberto Gil se apresenta com Jimmy Cliff no Brasil em diversas capitais brasileiras.
1981: Turnê nacional e internacional “Luar”.
1982: Turnês “Gilberto Gil em concerto – violão e voz” e “Um Banda Um”.
1983: Apresentação pelos EUA e Europa para divulgar “Corações a Mil”. Turnê “Extra” pelo Brasil.
1984: Estreia do show “Raça humana”.
1985: Apresentação no Rock in Rio. Turnê “Gil, 20 anos-luz”.
1986: Turnê europeia de “Dia dorim noite neon”. Primeira apresentação no Japão.
1987: Estreia do espetáculo “O poeta e o esfomeado”.
1988: Turnê pela Europa.
1989: Turnê nacional e internacional “O eterno deus Um dança”.
1990: Temporada pela Europa, EUA e Japão.
1991: Turnê pela Europa e shows com Tom Jobim, Caetano, Sting e Elton John no Carnegie Hall, em Nova Iorque.
1992: Turnê nacional e internacional de “Parabolicamará”
1993: Shows com Marisa Monte na Alemanha.
1994: Gil, Caetano, Gal e Bethânia se apresentam no Royal Albert Hall em Londres.
1995: Show de abertura e participação na apresentação de Stevie Wonder no Rio e São Paulo.
1996: Apresentação no Hollywood Rock. Gil apresenta-se no primeiro show ao vivo transmitido pela internet em tempo real.
1998: Turnê Twentysummers comemora 20 anos seguidos de excursões pela Europa no verão. 1999: Ao lado de Caetano, Chico, Elza Soares e Virgínia Rodrigues, apresenta no Royal Albert Hall em Londres o show “Since samba has been samba”.
2000: Temporada “Gil Milton”.
2001: Gil e Milton se apresentam no Rock in Rio 3.
2002: Turnê do “Kaya N’gan daya”. Os Doces Bárbaros voltam a se reunir em dois shows.
2003: Turnê europeia em show ao lado de Bethânia.
2004: Rock in Rio Lisboa. Turnê pela Europa. Show “Piece Concert” na ONU em Geneve. Show Creative Commons, em defesa do software livre em NY.
2005: Show de lançamento do DVD “Show da Paz, Gil na ONU”.
2006: Turnê pela Europa.
2007: Turnê internacional com o show “Banda Larga”.
2008: Turnê internacional “Banda Larga Cordel”.
2009: Turnê na Europa com “Here and Now” e projeto “The String Concert”.
2010: Turnê pelos EUA “The String Concert” e “Fé na Festa” pelo nordeste brasileiro e Europa.

 

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