Ator americano está na lista dos advogados do primeiro-ministro italiano para o julgamento do caso Ruby

George Clooney: testemunha do julgamento de Berlusconi
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George Clooney: testemunha do julgamento de Berlusconi
A defesa do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi , propôs como testemunhas o ator americano George Clooney e o jogador português Cristiano Ronaldo para o julgamento do chamado caso Ruby, em que o líder é acusado de prostituição de menores e abuso de poder.

Ainda não foram divulgadas as razões pelas quais Clooney e Cristiano Ronaldo estariam na lista de testemunhas de Berlusconi, depositada nesta terça-feira no tribunal penal de Milão.

Entre as mais de 70 pessoas propostas pelos advogados do primeiro-ministro também estão a namorada de Clooney, a atriz italiana Elisabetta Canalis ; o ministro de Exteriores da Itália, Franco Frattini ; a ministra de Igualdade de Oportunidades, Mara Carfagna ; e a ministra de Educação, Mariastella Gelmini .

A namorada de Clooney, Elisabetta Canalis, e o jogador, Cristiano Ronaldo, também estão entre as testemunhas
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A namorada de Clooney, Elisabetta Canalis, e o jogador, Cristiano Ronaldo, também estão entre as testemunhas

Segundo a defesa, as ministras estariam na lista por estarem presentes em jantares realizados na residência do primeiro-ministro tem em Arcore, próximo a Milão.

Elas também foram chamadas para testemunhar com base "nos modos e nos tempos" em que conheceram a marroquina Karima el Mahroug , conhecida como "Ruby", e para determinar onde estavam e o que faziam na tarde de 14 de fevereiro de 2010, quando, segundo a promotoria, a jovem esteve pela primeira vez na residência de Berlusconi, quando ainda era menor de idade.

Os advogados de defesa também convocaram para depoimento celebridades como as apresentadoras de televisão Belen Rodríguez e Aida Yespica e o cantor Mario Apicella , que esteve várias vezes com Berlusconi em suas festas e interpretações musicais, e com quem gravou dois discos.

Segundo a acusação, "Ruby", nascida em 1º de novembro de 1992, teve relações sexuais com o primeiro-ministro em 13 ocasiões na residência de Arcore, entre 14 de fevereiro e 2 de maio de 2010, quando ainda era menor de idade, o que foi reiteradamente desmentido por Berlusconi

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