Thor Batista diz que gosta de 'coisas mais objetivas' e que 'histórias que embolam muito' o fazem desistir da leitura

Thor Batista durante o lançamento do livro de seu pai, Eike Batista, em uma livraria no Leblon, na zona sul do Rio
Flávia Salme/iG
Thor Batista durante o lançamento do livro de seu pai, Eike Batista, em uma livraria no Leblon, na zona sul do Rio
Se Thor Batista chegou aos 19 anos sem ter lido um livro inteiro, aos 20 o rapaz poderá contar uma história diferente. Durante o lançamento do livro "O X da Questão", biografia empresarial de seu pai, Eike Batista, o primogênito da eterna musa do carnaval carioca, Luma de Oliveira, revelou que não só leu o livro do empresário (de 160 páginas), como o fez em "uma hora e pouco". "Esse foi o primeiro livro que eu li. Li até o final, duas vezes neste fim de semana", afirmou.

Thor não demonstra nenhum tipo de constrangimento ao admitir que não é um leitor assíduo. "Gosto de coisas mais objetivas. Aquelas histórias que embolam muito eu perco a vontade rapidinho. Mas esse livro aí eu li em uma hora e pouco. É a minha cara", contou.

Thor disse que nutre interesse por grandes empresários que, assim como seu pai, acumulam histórias de sucesso. "Tem muitos executivos brasileiros que admiro, estrangeiros também. Steve Jobs, por exemplo, eu lamento muito a perda dele. O Bill Gates eu também admiro. Não pelo patrimônio que eles criaram, que isso eu acho uma coisa meio fútil, mas pelas grandes coisas que fizeram na vida", explicou.

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Com uma aliança de compromisso na mão direita, Thor jura que não pensa em casar. "Uso um anel de comprometimento, mas não vou casar tão cedo. A aliança afasta o assédio das moças e prefiro que seja assim, não gosto de problemas. Sou um cara sério em relacionamento".

Com a declarada seriedade, Thor diz que agora está focado no trabalho. "Sempre acompanhei meu pai e vou ajudar o grupo na parte de entretenimento e de esporte. Mas estou um pouco mais focado na área imobiliária agora", revela.

Sobre a tentativa frustrada de montar uma boate do grupo Pacha no Rio de Janeiro , ele fala com tranquilidade: "A boate Pacha no Rio está de lado porque não foi possível alinhar interesse com Mário Bulhões, cada um tem uma cabeça diferente. Ele é uma pessoa muito bacana, mas nos negócios a gente não conseguiu alinhar interesses. O Mário trouxe o projeto e, por isso, não posso tocar o negócio sozinho, seria antiético. Tentamos durante um ano e meio chegar a um senso comum e é uma pena que não tenhamos conseguido, realmente eu lamento", finalizou.

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