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Fernanda Torres

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  • Nome

    Fernanda Torres

  • Idade

    45 anos (15/09/1965)

  • Naturalidade

    Rio de Janeiro (RJ)

  • Signo

    Virgem

  • Status

    separada de Andrucha Waddington

Vencedora da Palma de Ouro em Cannes por “Eu Sei que Vou Te Amar”, a atriz e dramaturga Fernanda Torres possui uma versatilidade expressiva: seu currículo está repleto de trabalhos no cinema, teatro e televisão. Queridinha do público por sua atuação na série "Os Normais", é aplaudida pela crítica por filmes como "Gêmeas" e “Casa de Areia” e em peças como “A Marvada Carne” e “A Casa dos Budas Ditosos”.

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  • RodrigoMendes_O Eu lembro de Fernanda Torres em Lúcia McCartney. Grande Rubem Fonseca! #canalVIVA
  • julia_stoppa #10artistasquemegustarianconocer johnny depp, helena bonham carter, tim burton, fernanda torres, cindy lauper
  • obeto faço associações tão estranhas na minha cabeça. tipo fernanda torres, mary kate olsen e fiona apple. só eu vejo a mesma estrutura óssea?
  • raphaelmichael Signos dos Famosos. Áries: Ayrton Senna (1960), Elton John (1947), Mariah Carey (1970) ... Fernanda Torres, Paulo Coelho, Ronaldinho.
  • raphaelmichael Signos dos Famosos. Áries: Ayrton Senna (1960), Elton John (1947), Mariah Carey (1970) ... Fernanda Torres, Paulo Coelho, Ronaldinho.
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  • vitorolive "A Grã-Fina de Copacabana", com Andréa Beltrão no #BravaGente virou "A invejosa de Ipanema", com Fernanda Torres em #AsCariocas.
  • jterrivel I love Fernanda Torres e Andréa Beltrão. Perfeitas nesse seriado!
  • iguinholinhares Ri muito ontem com "Tapas e Beijos", Fernanda Torres e Andrea Beltrão arrasando.
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Biografia completa de Fernanda Torres

BIOGRAFIA

Seria fácil supor que Fernanda Torres estaria predestinada à carreira artística; afinal, ela é filha de dois atores talentosos: Fernando Torres e Fernanda Montenegro. No entanto, mais difícil seria apostar em sua grande projeção como atriz saindo do ofuscamento da “estrela-mãe” (indicada ao Oscar e mais do que consagrada pelos críticos e público). Foi exatamente isso que a menininha que acompanhava os ensaios dos pais nas coxias do teatro conseguiu, traçando uma história de sucesso sólida e, sobretudo, independente ao longo dos anos.

Embalada no palco, aos 13 anos ingressou na escola de teatro Tablado, no Rio de Janeiro. Recebeu orientação de ninguém menos que a fundadora da escola, Maria Clara Machado. Em 1978, estreou na primeira peça montada pela professora - “Um tango Argentino” (1972) – e, no ano seguinte, já foi vista atuando no programa “Nossa Cidade” da TV Educativa do Rio (TVE), dirigida por Sérgio Brito, e no episódio “Queridos, Fantásticos Sábados" da série “Aplauso”, dirigida por Domingos Oliveira na TV Globo.

Os anos 1980 foram recheados de trabalhos que proporcionaram muitos avanços na carreira da atriz, tanto na televisão como no cinema e teatro. Em 1981, Fernanda estreou na novela da Rede Globo "Baila Comigo" com a personagem Fauna Rosa França. Ainda no mesmo ano participou da novela “Brilhante” e, um ano depois, esteve nas filmagens de “Inocência” - seu ingresso no cinema. Em 1983 atuou na novela “Eu Prometo”, na minissérie "Parabéns pra Você", no especial “O Fantasma de Canterville" e em “Concertos para a Juventude”, entre outros. Também protagonizou “Simone Marques” no remake de “Selva de Pedra” (1986), em que fez par romântico na trama com ninguém menos que Tony Ramos.

No teatro, destacou-se especialmente em “O Império Das Meias Verdades”, de 1983, comandada pelo então marido Gerald Thomas, fundador da Companhia de Ópera Seca. Por este trabalho, Fernanda se tornaria a primeira atriz a incorporar a modalidade teatral característica do diretor. Também recebeu muitos elogios da crítica por sua atuação em "Orlando", de 1989. A década ainda renderia outros bons frutos para a artista, inclusive no cinema. Entre as películas das quais participou, são dignas de nota “A Marvada Carne”, de 1985 (em função da qual recebeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado) e “Kuarup”, de 1989.

Os aplausos internacionais viriam com “Eu Sei que Vou Te Amar”, também de 1985, de Arnaldo Jabor - conferindo à jovem de 19 anos a Palma de Ouro de melhor atriz no Festival de Cannes. Outra premiação por “Com Licença, Eu Vou à Luta” (1986) elegeu Fernanda a melhor atriz no festival de cinema de Nantes, França, além de adicionar ao seu currículo uma indicação especial do Festival de Locarno, na Suíça.

A década de 1990 foi marcada não apenas por seu casamento com o diretor de cinema e publicidade Andrucha Waddington, em 1998, mas também pela orientação da atriz para a comédia, embora ainda tenha participado da minissérie "Luna Caliente" (1999). A partir de 1990, não faltaram papéis para Fernanda na televisão. Entre muitos, o destaque ficou por conta dos episódios de "A Comédia da Vida Privada" e a série de linguagem inovadora "Os Normais" (2001-2003), protagonizada por ela e Luiz Fernando Guimarães e posteriormente adaptada ao cinema em duas películas.

Ao mesmo tempo em que firmava seu espaço na televisão, Fernanda Torres traçava um rumo especial no cinema. Participou de "One Man´s War" ("A Guerra de um Homem", 1991) de Sergio Toledo, cujo elenco incluía o renomado ator Anthony Hopkins e a argentina Norma Aleandro. "Terra Estrangeira" (1996), de Walter Salles Jr. e Daniela Thomas, e o filme de Bruno Barreto "O Que é Isso, Companheiro?" (1997) marcariam uma fase promissora, tendo a última produção sido indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em 1999, atuou em “Gêmeas”. Ao lado do irmão - o produtor, diretor e escritor Cláudio Torres - escreveu seu primeiro roteiro para o filme “Redentor”, de 2003. Retornou dois anos mais tarde com “Casa de Areia”, em que contracenou com a própria mãe.

Ainda participou de “Saneamento Básico, o Filme” (2007); “Jogo de Cena” (2007), “A Mulher Invisível” (2009) e “Os Normais 2- A Noite Mais Maluca de Todas” (2009). No teatro, foi agraciada com os prêmios Qualidade Brasil e Shell pelo monólogo "A Casa dos Budas Ditosos”, de 2003. Estreou como dramaturga em "Deus é Química”, lançado em 2009, em que também contracenou com Luiz Fernando Guimarães, Francisco Cuoco e Jorge Mautner. Em 2010, ingressou na minissérie "As Cariocas".

<span>Fernanda Torres</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Fernanda Torres e sua mãe, a atriz, Fernanda Montenegro</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Fernanda Torres e seu filho caçula Antônio</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong> <span>Fernanda Torres e Luis Fernando Guimarães na divulgação do filme Os Normais</span> - <strong>Foto: Divulgação</strong>

Fernanda Torres é uma mulher discreta de humor inteligente. Pouco disposta a falar de sua vida íntima, a atriz se recolhe quando o assunto ultrapassa a fronteira do palco ou das câmeras. De qualquer forma, o lado profissional de sua história está intimamente ligado ao pessoal. Desde muito pequena, a menina se fantasiava com os figurinos da mãe, Fernanda Montenegro. Entretanto, a figura paterna era muito forte, pois era Fernando Torres quem a carregava para todos os cantos. A morte do pai em 2008 abalou e revirou a vida da atriz, tornando-a enfim mais madura e voltada aos filhos Joaquim (nascido em 2000) e Antônio (nascido em 2008).

A vida amorosa de Fernanda começou aos 17 anos, quando se envolveu em relacionamento de dois anos e meio com o jornalista e apresentador de televisão Pedro Bial. Este período marcou o início das viagens por todos os cantos do mundo. Depois foi namorar o diretor de teatro Gerald Thomas, estabelecendo Nova Iorque como pousada para descanso das frequentes idas e vindas. Os quatro anos ao lado de Thomas enriqueceram sua vida profissional com perspectivas inovadoras. Mas, cansada do “vai-e-vem”, fez suas malas e voltou sozinha para o país natal aos 30 anos de idade.

Retomou sua carreira no Brasil com o apoio de seus amigos Luiz Fernando Guimarães e Débora Bloch. Em 1998, casou-se com o produtor e diretor de cinema Andrucha Waddington e, em 2000, nasceu o primeiro filho, Joaquim. Em 2007, Fernanda engravidou novamente, mas perdeu o bebê. No ano seguinte nasceu Antônio.

A vida da família – formada também por dois filhos do primeiro casamento do marido - foi mantida longe da mídia durante quase 11 anos, até que no final de 2009 a separação foi anunciada.

Sempre reservada, Fernanda admitiu, no mesmo ano, em entrevista à revista “Isto É”, que por muito tempo consumiu maconha e cocaína, ressaltando que já havia se afastado das drogas.

Como a mãe, Fernanda Torres traçou uma sólida carreira no teatro, participando de linhas inovadoras. Seu currículo também conta com 28 filmes, muitos dos quais indicados e vencedores de prêmios importantes no cenário cinematográfico brasileiro e internacional, além de mais de 37 apresentações na televisão. A partir de “Os Normais”, conquistou o público médio com seu humor irreverente.

Filmes
1983: “Inocência”
1985: “A Marvada Carne”; “Sonho Sem Fim”; “Amenic, Entre o Discurso e a Prática”; “Eu Sei que Vou Te Amar”; “Madame Cartô” (voz)
1986: “Com Licença, Eu Vou à Luta”
1988: “Esconde, Esconde” (13min); “A Mulher do Próximo”; “Fogo e Paixão”;
1989: “Kuarup”
1990: “A Guerra de Um Homem” (One Man’s War); “Beijo 2348/72”
1993: “Capitalismo Selvagem”
1995: “O Judeu”; “Terra Estrangeira”
1997: “O Que É Isso, Companheiro?”; “Miramar”
1998: “Traição, Episódios: O Primeiro Pecado”
1999: “O Primeiro Dia”; “Gêmeas”
2003: “Os Normais - O Filme”
2004: “Redentor”
2005: “Casa de Areia”
2007: “Saneamento Básico, o Filme”; “Jogo de Cena”
2009: “A Mulher Invisível”
2009: “Os Normais 2- A Noite Mais Maluca de Todas”

Televisão

Novelas

1981: “Baila comigo”
1981: “Brilhante”
1983: “Eu Prometo”
1986: “Selva de Pedra”
2001: “As Filhas da Mãe”

Clipe

1998: “Ela disse Adeus”

Minisséries

1983: “Parabéns pra você”
1999: “Luna Caliente”
2004: “Um Só Coração” (Ela mesma)

Seriados e Programas

1983: “Vídeo Show” e “Concertos para a Juventude”
1986: “Alvorada segundo Kryzto – Poema de Glauber Rocha”
1998: “Vida ao Vivo Show”
2001-2003: “Os Normais”
2008: “Sexo Oposto”
2009: “Bicho Homem”
2010: “As Cariocas”

Especiais

1979: “Aplauso - Queridos, Fantásticos Sábados”
1983: “Caso Especial, O Fantasma de Canterville”; “Caso Especial, O outro Lado do Horizonte”
1990: “Caso Especial, Todas as Mulheres do Mundo”
1994: “Brasil Especial – Lucia MacCartney”; “Brasil Especial – Comédia da Vida Privada”; “Brasil Especial – O homem que Sabia Javanês”
1995: “A Comédia da Vida Privada, Casados X Solteiros”; “A Comédia da Vida Privada, Apenas Bons Amigos”; “A Comédia da Vida Privada, Menino ou Menina”
1996: “A Comédia da Vida Privada, As Idades do Amor”
1997: “A Comédia da Vida Privada, Papai Foi à Lua”
1999: “Casseta & Planeta, Urgente!”
2001: “Brava Gente, Lira Paulistana”
2003: “Casseta & Planeta, Urgente!” (Ela mesma)
2005: “Casseta & Planeta, Urgente!” (Ela mesma); “Retratos Brasileiros – Fernanda Torres”
2006: “Os Amadores”
2009: “Casseta & Planeta, Urgente!” (Ela mesma)
2010: “Programa Piloto”

Teatro

1978: “Um Tango Argentino”
1981: “Os pequenos Burgueses”
1983: “Rei Lear”; “O Império Das Meias Verdades” (Dry Opera Company)
1995: “Don Juan” (Dry Opera Company)
1989: “Orlando”
1991: “The Flash and The Crash Days” (Dry Opera Company);
1996: “5 x Comédia”
1998: “Da Gaivota”
2000: “Duas Mulheres e um Cadáver”
2003: “A Casa dos Budas Ditosos”

Prêmios e indicações

1985: Ganha o Kikito de Ouro do Festival de Gramado de Melhor Atriz por “A Marvada Carne”
1986: Ganha o Palma de Ouro do Festival de Cinema de Cannes de Melhor Atriz por “Eu Sei Que Vou Te Amar”
1986: Ganha o prêmio do Festival de Nantes de Melhor Atriz por “Com Licença, Eu Vou à Luta”
1999: Ganha o Troféu Candango de Melhor Atriz por “Gêmeas”
2000: É indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Atriz por “Traição” e “O primeiro Dia”, trabalho pelo qual recebe o Troféu APCA.
2001: Indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Atriz por “Gêmeas”. Ganha o Prêmio Qualidade Brasil de melhor atriz de Sitcom em televisão por "Os Normais"
2002: Ganha o Qualidade Brasil de Melhor Atriz de Sitcom em televisão por "Os Normais"
2003: É indicada ao Prêmio Contigo de Cinema de Melhor Atriz Cômica por "Os Normais" e leva o Qualidade Brasil de Melhor Atriz de Humor em Televisão pela mesma série
2004: Ganha o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz Teatral em Comédia e o Prêmio Shell de Melhor Atriz de Teatro em 2003 por “A Casa dos Budas Ditosos”
2005: É indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Roteiro Original por “Redentor” e ganha o Qualidade Brasil de Melhor Atriz por “Casa de Areia”
2006: Divide com Fernanda Montenegro o Prêmio Mayahuel do Festival de Cinema Mexicano por “Casa de Areia”, trabalho pelo qual é também indicada no Prêmio Contigo de Cinema e ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
2007: Indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de melhor atriz por “Casa de Areia” e ganha o Prêmio Contigo de Cinema de Audiência de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Mulher Invisível”
2008: Leva o Prêmio Contigo de Cinema de Audiência de Melhor Atriz por “Saneamento Básico, O Filme”. Indicada ao Prêmio Contigo de Cinema do Júri de Melhor Atriz por “Saneamento Básico, O Filme”
2009: Ganha o Prêmio Contigo de Cinema de Audiência de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Mulher Invisível”.

 

 

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