Stéphanie Adams disse que agentes da polícia de Nova York a jogaram no chão e a tocaram de forma "inadequada"

Stéphanie Adams
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Stéphanie Adams
Uma ex-modelo da revista "Playboy" recebeu uma milionária indenização pelos ferimentos provocados pela polícia de Nova York durante um incidente em 2006 e disse nesta quarta-feira (22) que se transformará em ativista para denunciar a brutalidade policial.

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"Sei que há bons e maus em todas as organizações. Com isto, e com o resto de pessoas que estão levantando a voz, espero que a cidade tome medidas para que a polícia não siga usando força excessiva", afirmou Stéphanie Adams ao canal "CBS".

A ex-coelhinha da "Playboy" recebeu na terça-feira R$ 2 milhões de indenização após um julgamento no qual a ex-modelo, de 41 anos, denunciou que agentes a jogaram no chão e a tocaram de forma "inadequada" após um incidente com um taxista em Nova York.

Durante o julgamento, o sargento de polícia John Rajan afirmou que obrigou a mulher a deitar-se no solo para revistá-la, mas mais tarde reconheceu que ela estava usando uma roupa justa demais para conseguir esconder uma arma de fogo.

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"Não desejaria que isso voltasse a acontecer com ninguém", disse Stéphanie, para quem este caso vai "além do dinheiro", porque "não há nada" que compense a dor que lhe causaram.

A ex-modelo, que assegura não ter nenhum tipo de animosidade com a polícia, disse após saber da indenização que rezou durante anos para que se fizesse "justiça" e que lhe permitissem contar sua "verdade" perante o tribunal.

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"O veredicto do júri demonstra que há um problema sério na cidade com o uso excessivo da força policial contra cidadãos correntes", afirmou seu advogado, Sanford Rubenstein , ao site do jornal "Daily News".

Segundo dados da organização Civil Complaint Review Board, o número de queixas apresentadas contra o Departamento de Polícia de Nova York pelo uso de força excessiva estava caindo nos últimos anos, mas em 2010 subiu para 3.200.

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