Cantora passa por processo de adoção da pequena Ana Isabel e se mostra positiva e radiante com o mais novo membro da família

Daniela Mercury carrega o aniversariante Gabriel, filho adotivo de Astrid Fontenelle
Claudio Augusto
Daniela Mercury carrega o aniversariante Gabriel, filho adotivo de Astrid Fontenelle


Daniela Mercury já havia declarado que estaria "quase tirando licença-maternidade" . O processo de adoção de Ana Isabel , de um ano e seis meses, continua em andamento e as expectativas da cantora são as mais positivas. “Quando ela estiver comigo, e vai estar, vocês saberão de tudo”, avisou ela na noite desta segunda-feira (01), no aniversário de três anos de Gabriel , filho adotivo de Astrid Fontenelle , no Espaço Buticabeira, em São Paulo.

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Daniela Mercury se diverte no
Claudio Augusto
Daniela Mercury se diverte no "carrinho" em festa infantil

Mãe biológica de Gabriel e Giovanna , de 25 e 24 anos respectivamente, Daniela disse que no passado já existia a vontade de adotar um terceiro filho. “Eu sempre tive vontade de adotar. Há 10 anos, eu quase adotei uma criança, mas não deu certo porque ela foi adotada antes”, contou ela. 

Desta vez a cantora acredita que o momento certo chegou novamente. “Agora que meus filhos cresceram, bateu de novo essa vontade, e se é para adotar, tem que ser agora, é uma época boa. Eu até brinco que estou na fase avançada da gravidez”, falou a cantora que acabou de completar 46 anos, no dia 28 de julho.

Casada pela segunda vez há dois anos com Marco Scabia , Daniela disse que adotar também é uma vontade do marido e contou como o casal encontrou a pequena. “Não fomos esperando nada (sobre o sexo: menina ou menino). Visitamos vários orfanatos. Aí aconteceu: ela que escolheu a gente. Estou sorrindo à toa”.

Daniela já analisa os benefícios da adoção. “Adotar vai me aproximar da minha neta, dos meus filhos, dos meus sobrinhos, criança é uma bênção. Adotar é a mesma coisa que parir um filho, nós que adotamos que ganhamos um presente maravilhoso, eles nos ensinam muito”, afirmou.

Daniela é envolvida com projetos socias e é embaixadora da UNICEF do Brasil - Fundo das Nações Unidas para a Infância - desde 1995. "E isso não tem nada a ver. Dizem que a adoção é um gesto de amor com o próximo. Antes de tudo é um ato de amor com a gente. Isso não é uma caridade. Crianças são uma grande alegria nas vidas das pessoas", ensina.

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