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Em entrevista ao iG Gente, a modelo investe agora na carreira de atriz, mas lembra com muito carinho de seus anos de dedicação à revista masculina

Aos 29 anos, Thaíz Schmitt vem investindo cada vez mais em sua carreira de atriz , mas sem esquecer de um passado não muito distante que faz parte da sua história e, com certeza, lhe ajudou a chegar até aqui. Para quem não sabe, a loira já foi coelhinha da  revista Playboy e por muitos anos ocupou o posto que sempre foi muito cobiçado por diversas mulheres.

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Thaiz Schmitt foi coelhinha da Playboy e agora investe na carreira de atriz
Reprodução/Instagram
Thaiz Schmitt foi coelhinha da Playboy e agora investe na carreira de atriz


Thaiz Schmitt veio para São Paulo há exatos dez anos, quando tinha 19 anos, bem na época em que a revista masculina procurava a coelhinha loira na capital paulista. "Nos Estados Unidos as coelhinhas estavam em alta, tinha até o seriado dela, que eram todas loiras", explicou ela em entrevista ao iG Gente. "No Brasil tinha a morena e a ruiva, e estavam procurando a loira".

Para o posto, Thaiz explica que a modelo não poderia ser muito musculosa, nem muito grande e, por isso, várias mulheres que fizeram o teste, que era vestir um figurino, não eram aprovadas, até que resolveram convidar a loira. "Fui na editora abril provar a roupa e deu certo", contou.

Desde esse dia até novembro de 2013, quando ela deixou o posto, Thaiz se dedicou dia e noite a revista. "Acompanhava a Playboy em eventos, coletivas, festas, na televisão e rádios. A gente trabalhava na divulgação da revista, que era muito forte no Brasil, tinha cada festa e quanto mais famosa era a capa, mais a gente trabalhava", relembrou ela.

Durante o período que foi coelhinha, a modelo estampou três capas na publicação. Seu objetivo era deixar o posto quando conseguisse fazer um ensaio sozinha. "Minha primeira capa foi com as outras duas coelhinhas, o primeiro trio oficial da Playboy", comentou, que também posou para a capa da revista com as meninas do reality show do Multishow "Casa Bonita".

A tão esperada capa sozinha veio em 2013: "Sempre deixei muito claro que eu queria fazer capa sozinha e depois que eu conseguisse ia me dedicar a carreira de atriz", explicou. Depois disso, ela cumpriu a promessa, deixou o posto de coelhinha e focou em outros trabalhos.

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"Eu gostava (de ser coelhinha). Colocava a roupinha, melhora auto estima de qualquer mulher, deixa com a cintura fininha, o colo fica bonito, o bumbum fica bonito. Onde eu ia, todo mundo olhava, mas a gente estava sempre com segurança, era bem glamuroso", completou.

Thaiz também contou que durante um tempo morou com Márcia, a coelhinha morena. "Nos dávamos bem. Entre mulher sempre tem uma coisinha ou outra, mas nada muito relevante. Não é fácil conviver, mas não tem nada que eu possa contar de briga, se eu falasse seria mentira", explicou ela, que também se dava muito bem com Ana, a coelhinha ruiva.

Sonho de infância de Thaíz Schmitt

ThaIz Schmitt sempre quis posar para a Playboy
Reprodução/Instagram
ThaIz Schmitt sempre quis posar para a Playboy


Ser coelhinha foi um grande sonho na vida de Thaiz pelo simples falo de que desde a infância ela sonhava em posar para a revista. "Desde pequena eu falava que queria ser capa da Playboy,  meus primos ficavam esperando a chegada da revista e só depois que eu entendi porque", relembrou ela aos risos.

Outro sonho de Thaiz Schmitt é ser atriz e é atrás disso que ela corre desde que saiu da revista. "Eu continuei fazendo faculdade de artes, tirei meu DRT de atriz e meu primeiro trabalho foi a "Paixão de Cristo", uma peça de teatro, em Nova Jerusalém, em Pernambuco. Foi um presente de Deus", comentou.

Além disso, a atriz já trabalhou com Ana Hickmann no "Tudo é Possível", foi para o Multishow, atacou de malandrinha do Sergio Malandro, fez "Treme Treme" e, depois, entrou na Globo.

A Playboy no Brasil

Thaiz Schmitt
Reprodução/Instagram
Thaiz Schmitt


Com o fim da revista no Brasil,  Thaíz revelou que ficou bem sentida. "Infelizmente é uma tendência, as pessoas não estão mais comprando revistas. Eu fiquei triste, mas é o futuro, tudo é internet hoje em dia", contou ela, que também relembrou a boa fase da revista: "Quando entrei na Abril era um andar só da Playboy. Um lado para o marketing e outro para redação."

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Para ela, a revista nunca teve um nu vulgar, sempre foi chique e sem aquele nu total. "Eu acho tudo muito natural. Hoje as meninas postam tudo no Instagram, ninguém precisa pagar pra ver, então acabou prejudicando as revistas", finalizou Thaiz Schmitt .