Primeiro ganhador do reality show global, Kleber gostaria de voltar em uma edição só com os vencedores do programa

Em 2002, quando ninguém sabia direito o que era Big Brother Brasil, Kleber Bambam encarou a primeira edição do confinamento de três meses e faturou o prêmio de R$ 500 mil. “Na época, esse dinheiro valia muito”, comentou ele que, pouco depois de sua vitória, entrou no elenco de “A Turma do Didi”, onde permaneceu até 2005.

Tentativas de formar um grupo de funk e entrar no mundo da política também fizeram parte do currículo do ex-brother. Mas, sucesso mesmo, Bambam tem no ramo imobiliário. Comprando e vendendo apartamentos, ele conseguiu multiplicar o prêmio que recebeu no programa. “Meu dinheiro está aí, vezes cinco”, contou em entrevista exclusiva ao iG, após voltar de Punta Del Este, onde passou a virada de ano. “A minha popularidade lá é mais forte que no Brasil. Achei engraçado”.

Kléber Bambam:
AgNews
Kléber Bambam: "Meu dinheiro está aí, vezes cinco"
iG: Você foi o primeiro ganhador do BBB. O que achou da atuação dos ganhadores das edições seguintes?

Kleber Bambam: Todos os ganhadores são os que eu mais me identifiquei, foi merecido. Dá para ver pela popularidade. As pessoas dizem que os ganhadores estão sumidos. Não estão. É que, antes, eles apareciam muito. Agora, é normal.

iG: Você acompanhou todas as edições do programa?

Kleber Bambam: Eu assisto sempre. A imprensa liga e eu preciso estar atualizado. Me cobram para eu saber o que acontece.

iG: Assiste só pela cobrança?

Kleber Bambam: Não, eu gosto de ver. Acho divertido.

iG: O que achou da eliminação da Ariadna neste primeiro paredão?

Kleber Bambam: Olha, na primeira semana não dá para julgar qual teria que sair. É difícil jogar isso. Prova disso é o (Marcelo) Dourado que foi eliminado de um (BBB4), mas conseguiu voltar e ganhar o outro (BBB10).

iG: Mas entre os três que estavam no paredão, qual você eliminaria?

Kleber Bambam: Ah, acho que a Ariadna era a mais cotada mesmo.

iG: O Marcelo Dourado afirmou recentemente que já gastou todo o prêmio que ganhou. E você? Ainda tem um dinheiro guardado?

Kleber Bambam: Meu dinheiro está aí, vezes cinco.

iG: Em que investiu?

Kleber Bambam: Em bolsa de valores, empreendimentos, eu compro e vendo imóveis...

iG: Se tivesse a oportunidade, voltaria para o confinamento de um Big Brother Brasil?

Kleber Bambam: Voltaria! Seria bacana, diferente. Tomara que venha por aí o BBB dos campeões. Seria interessante. Uma edição só com os ganhadores.

iG: Assistiu “A Fazenda” ou sua audiência vai só para o BBB?

Kleber Bambam: Assisti, sim. Sou amigo da Lizzi (Benites), do Carlinhos...

iG: Você acha que o Sérgio Mallandro tentou te copiar ao inserir um “personagem” como a Maria Eugênia?
Kleber Bambam: Ele pode ter levado na brincadeira, é meu amigo. Mas copiar, imitar, não. Só brincar.

iG: Quais são seus planos para o futuro? Desistiu da carreira política?

Kleber Bambam: Daqui uns dois anos, devo me envolver com política, me candidatar a vereador.

iG: E até lá?

Kleber Bambam: Continuo mexendo com loteamento, construção. Mas tem que ter paciência. Imóvel precisa esperar dois anos para vender. E até hoje faço bastante evento, presença vip. Neste final de semana mesmo, tenho um. O nome Bambam marcou. Está rendendo bem. Não sei até quando vai, mas está durando.

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