Michael Amir Williams informou ainda que o médico discutiu com um segurança particular do cantor

Michael Jackson em uma maca
Reuters
Michael Jackson em uma maca
Michael Amir Williams , assistente pessoal de Michael Jackson , foi a terceira testemunha a depor nesta quarta-feira (28) na Corte Superior do condado de Los Angeles, na Califórinia, no julgamento para investigar a morte do cantor.

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O assistente disse no começo do depoimento que era o responsável por organizar a agenda de Michael, além de marcar encontros e viagens para ele e informou que sempre estava à disposição do cantor quando fosse preciso. Ele se considerava amigo de Michael e falou que só Michael e seus filhos – Prince, Paris e Blanket – moravam na mansão e que só os quatro podiam subir no segundo andar.

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Ele contou que vou Michael Jackson no dia 24 de junho de 2009, um dia antes da morte do cantor, e falou que ele estava com bom humor após seu último ensaio da turnê “This Is It”. Ele teria ido à mansão para ajudar o cantor a abrir alguns presentes entregados por fãs. “Ele estava bem e me falou que o ensaio tinha sido incrível”.

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Porém, no dia seguinte ele levou um grande susto ao pegar seu celular. Ele encontrou uma mensagem de voz deixada por Dr. Conrad, pedindo urgência no retorno. “retorne a ligação imediatamente”. Ao júri presente, ele revelou que quando retornou, o médico disse que Michael havia sofrido uma reação. “Ele sofreu uma reação ruim, traga alguém aqui agora”.

Michael Amir não demorou a chegar à mansão de Michael, mas informou que apenas viu o cantor sendo transportado em uma maca. Segundo ele, o médico estava “transtornado” e que ele brigou com o segurança. O assistente pessoal teria ligado para o segurança particular Alberto Alvarez e percebeu que o médico estava brigando com oAlberto.

“Murray estava transtornado", declarou.

Conrad Murray na prévia do julgamento, em janeiro deste ano
Getty Images
Conrad Murray na prévia do julgamento, em janeiro deste ano
O assistente disse ainda que assim que soube da morte de Michael Jackson, o médico o procurou e pediu para que alguns detalhes que o cantor não gostaria que todos ficassem sabendo, precisariam ser mantidos. Dr. Conrad Murray teria pedido para o assistente o levar até a mansão para reaver alguns desses segredos. Ele conversou com o chefe da segurança da casa de Michael e decidiu por não deixar o médico entrar novamente sozinho na casa e os dois disseram que a chave estava com a polícia.

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