Raquel Pacheco, João Kleber, Gui Pádua e Anna Markun discutem a profissão

Roceiros conversam tranquilamente na Casa da Roça
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Roceiros conversam tranquilamente na Casa da Roça
O clima na Casa da Roça esteve bem calmo nesta noite de terça-feira (26). João Kleber perguntou para Raquel Pacheco como foi entrar para a prostituição e, depois da resposta, o assunto continuou entre os roceiros.

“A primeira vez que eu fiz programa foi muito estranho, porque eu nunca tinha feito sexo com desconhecido. Depois disso eu fui me acostumando, mas foi bem difícil”, afirmou a ex-garota de programa.

O apresentador, por sua vez, comentou que tinha muito respeito pela peoa, afinal, eram poucas as mulheres que falavam sobre a prostituição abertamente e sobre tais experiências de vida. “O problema não está nas mulheres que são garotas de programa, mas sim as que são prostitutas, mas não cobram explicitamente”, acrescentou.

“Teve mais de um homem que quis me tirar dessa vida, mas eu saí de casa e deixei os meus pais porque eu não queria nada disso. Eu não queria viver às custas de ninguém”, contou Raquel.

Gui Pádua , que até o momento estava apenas ouvindo a conversa, afirmou que os piores tipos de mulheres eram essas, porque não faziam programas, mas escolhiam o namorado ou o marido somente por causa do dinheiro.

“Conheço mulheres assim. Elas terminam um relacionamento com um homem rico e, em seguida, já estão com outro”, disse Anna Markun , também entrando no papo.

O paraquedista finalizou o assunto: “Isso é o que mais existe. Essas também são prostitutas, mas não se reconhecem na profissão. A maioria delas tem amante e, geralmente, é o personal trainer ou um gostosão da academia”.


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