Roceira volta a falar da profissão de garota de programa

Raquel Pacheco volta a falar sobre sua vida como garota de programa
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Raquel Pacheco volta a falar sobre sua vida como garota de programa
Na noite desta terça-feira (06), Raquel Pacheco voltou a falar sobre sua antiga profissão. Ela confessou a Joana Machado que nunca se envergonhou de ser garota de programa, mas chorou muito quando começou a se prostituir.

“Tem um posto, em São Paulo, onde os profissionais do sexo se reúnem para pegar uma caixa de camisinha mensalmente. Antes é preciso assistir à uma palestra com profissionais da área de saúde e, em seguida, levar a caixa. Um dia eu fui com uma amiga e a gente ganhou uns adesivos escrito assim: ‘Sem vergonha, garota. Você tem profissão’. Isso foi muito bom para mim, porque eu percebi que não tinha que ter vergonha de nada. Eu não tenho vergonha do que fiz”, revelou.

Muito interessada pelo assunto, a personal trainer perguntou se a companheira nunca tinha se arrependido ou sofrido por fugir de casa para fazer programas. A ex-garota de programa respondeu: “Eu sempre chorei muito. Lembro até hoje do meu primeiro programa. O cara percebeu que eu era novata e, ao contar a minha história, ele falou que aquilo não era para mim. O problema é que eu não tinha mais para onde ir, eu estava com medo de voltar para casa, porque já tinha avisado para onde eu ia”.

Em seguida, Raquel explicou que morava, no seu primeiro trabalho, numa casa junto de outras quinze garotas. O programa custava R$ 100 e R$ 60 ficava para a dona do local. Com os R$ 40 elas tinham que pagar os cremes, exames e tudo mais.


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