Em entrevista ao iG Gente, humorista disse que respeitou o fato da ex-peoa ter namorado e falou ainda se valeu a pena participar do reality show

Rodrigo Capella recebeu alguns de seus ex-companheiros de confinamento em “A Fazenda”, como Nicole Bahls , Gustavo Salyer , Ângela Bismarchi , Robertha Portella (que foi com o namorado), entre outros, para assistir ao seu espetáculo “Comédia em Preto e Branco”, - ao lado do humorista e amigo Marcelo Marrom -, nesta terça-feira (28), em São Paulo.

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Antes de subir ao palco, o comediante concedeu uma entrevista ao iG Gente , em que falou sobre sua participação no reality, relação com os outros peões, se ficou interessado na Roberta, entre outras coisas. Confira:

iG: Como é voltar aos palcos após o confinamento?

Rodrigo Capella: O que mais eu sentia falta lá na “Fazenda” era isso aqui. Sai em uma quinta e no sábado seguinte já subi no palco. Todo dia tem uma coisa nova, é um show novo todo dia, mas depois que saí da ‘Fazenda’ é óbvio que tem um monte de histórias a mais que a gente fala durante a apresentação.

iG: Você acha que sua participação em “A Fazenda” vai ajudar a trazer mais público para vir te assistir?

Capella: Acho que popularizou um pouquinho minha imagem. Porque na MTV (onde ele trabalhava antes do reality nos programas “Quinta Categoria” e “Comédia MTV") era um público muito segmentado, uma molecada mais maneira, mais jovem, que ia atrás da gente. Eu consegui, sem dissociar esse antigo público, trazer uma galera que não assistia a MTV. A Record tem outro público. Com o Marrom fazendo participações no “Altas Horas” também atrai mais gente para o nosso show.

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iG: Então, você considera sua participação no reality show válida? Valeu a pena entrar no programa ou você se arrependeu?

Capella: Sinceramente, só foi bom participar porque eu fui para zuar. Se eu fosse para ser um grande jogador, estrategista, não teria sido legal. Fui à festa da final - na última segunda-feira (27) - e o diretor do programa falou: “você fez uma coisa que é difícil em reality show, ser amigo de todo mundo”. A briga que tive com a Nicole, por exemplo, conversei com ela, me desculpei, e ela falou “ah, fica tranquilo”. Até a briga foi muito pequena, resolvi na hora. Então, foi ótimo.

iG: Muitas pessoas sugeriram que você tinha um interesse na Robertha, inclusive alguns participantes comentaram isso durante o confinamento. Isso realmente aconteceu?

Capella: Não rolou nada porque ela não quis. Estou brincando, eu respeite muito a condição dela de namorada, ela namora um cara que deve ser legal, ela fala superbem dele. Às vezes ela comentava com insegurança, ‘o que ele deve estar fazendo?’. Eu falava para ela confiar nele. Eu sempre fui digno em relação a essa parada. Se pudesse acontecer, eu teria ido pra cima. Mas não foi o caso.

iG: Para quem você está torcendo?

Capella: Para a Léo Áquila . Qualquer um que ganhar vou ficar contente, mas com a Léo eu tive uma relação lá dentro muito maneira. A gente trocava a maior ideia. E ela passou por maus bocados na vida, morava em um lugar muito humilde, era completamente discriminada e, mesmo assim, passou por cima de todo o preconceito para chegar aonde chegou. Para ela, R$ 2 milhões têm outro peso, é uma vitória de vida.

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