Tamanho do texto

Kathy Jorrie, advogada da AEG, disse que sua empresa nunca pagou pelos serviços prestador por Dr. Conrad Murray

Michael Jackson em uma maca
Reuters
Michael Jackson em uma maca
A segunda testemunha a depor nesta quarta-feira (28) na Corte Superior do condado de Los Angeles, na Califórinia, no segundo dia de julgamento para investigar a morte de Michael Jackson foi a advogada AEG, empresa responsável pela turnê “This Is It”, Kathy Jorrie .

Siga o iG Gente no Twitter e receba as notícias das celebridades em tempo real

Em depoimento, a advogada alegou que foi a responsável por redigir o contrato entre a empresa responsável pela turnê (AEG), Michael Jackson e Dr. Conrad Murray. Kathy disse que questionou o pedido de uma máquina de ressuscitação – aparelho que retorna os batimentos cardíacos em caso de parada - em contrato. “Quis ter certeza de que Michael Jackson estava saudável e capaz de se apresentar, por isso o questionei”, informou.

LEIA MAIS: Dr. Conrad e Michael Jackson brigavam sobre uso de remédios

A advogada falou que o médico garantiu que o aparelho seria apenas por precaução. “Ele garantiu que Michael estava saudável e em ótimas condições, mas que não queria correr o risco caso acontecesse alguma emergência [...] Ele queria a máquina para emergências”, disse.

Kathie disse ainda que enfrentou problemas para assinar o contrato, já que o médico nunca recebeu pelos serviços prestados. “Nenhum pagamento foi feito ao Dr. Murray, pelo menos pelo meu cliente (AEG)”, informou.