Apresentadora estreou a peça "Mulheres Alteradas" no Rio e falou que se tornou o tipo de mãe que achava rídicula

Adriane Galisteu se diverte com os fotógrafos durante estréia carioca da peça
Anderson Borde e Philippe Lima/AgNews
Adriane Galisteu se diverte com os fotógrafos durante estréia carioca da peça
Após um ano sem trabalhar, devido à gravidez, Adriane Galisteu só quer saber de trabalho e do seu filho Vittório, de sete meses. Além de estar em fase de produção de dois novos programas para a Band, a atriz e apresentadora estreou a peça “Mulheres Alteradas”, nessa quarta-feira (23), no Teatro Clara Nunes, na Gávea. Zona Sul do Rio. “Essa cidade me remete sempre a descanso e um astral incrível. Poder trabalhar aqui é um prazer dobrado”, disse ela, que divide a cena com Mel Lisboa , Luiza Tomé e Daniel Del Sarto .

Casada com o empresário Alexandre Iódice, que mora em São Paulo, Adriane já tem todo um esquema montado para dar assistência ao filho, durante a temporada carioca. “Nessa semana, eu trouxe ele comigo para conhecer o teatro e o elenco. Mas o Alexandre já está com saudades. Como também tenho um apartamento no Rio, vai ficar mais fácil. Mas vou trazer ele uma semana sim e uma não”, contou ela.

Enquanto ela está em cena, Vittorio fica em casa com a babá Lia. “Se me perguntassem quem é a pessoa mais importante da minha vida, depois do Vittorio, com certeza diria que era ela”, divertiu-se a apresentadora, que é mãe coruja assumida. “Eu tenho um milhão de fotos no meu celular e acho tudo lindo. Antigamente, eu achava esse tipo de mãe ridícula e patética. Hoje eu sou uma”.

Adriane não descarta a possibilidade de ter mais filhos. “Antes, quando eu não tinha ideia desse amor imenso, eu pensava que não passaria pela maternidade. Queria ter um filho, depois que encontrasse um cara bacana. E até os meus 36 anos estava difícil encontrar essa pessoa. Hoje, não descarto a possibilidade adotar, mas se puder quero ter outro daqui a dois anos. Mas vamos ver se será possível, já que estou com 38 anos”, confessou.


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