Relembre o caminho que levou Bruno Gagliasso a desenhar uma carreira sólida e cheia de sucessos


Aos 32 anos, Bruno Gagliasso desponta como um dos melhores atores de TV de sua geração, que inclui Cauã Reymond , Paulo Vilhena e Caio Blat . No ar atualmente como o serial killer Edu, em "Dupla Identidade" – e nos cinemas, no suspense "Isolados", a carreira dele sempre foi marcada pela diversidade de seus personagens. Da comédia ao drama, encarnou desde figuras cômicas e leves aos perfis mais sombrios e problemáticos. Também conseguiu trabalhar com grandes autores com perfis completamente diferentes, como Sílvio de Abreu e Glória Perez , e diretores das mais variadas escolas, o que foi imprescindível para seu crescimento profissional e desenvolvimento de seu talento.

Bruno Gagliasso em 'América', como o homossexual Júnior
Divulgação
Bruno Gagliasso em 'América', como o homossexual Júnior

O início

O primeiro grande destaque da carreira foi em 2000 na novela "Chiquititas", onde entrou para o time dos atores mais assediados pelas adolescentes na época. Na sequência foi para a Globo, de onde nunca mais saiu. Trabalhou primeiro em "As Filhas da Mãe", mas chamou realmente a atenção em "A Casa das Sete Mulheres", ao interpretar Caetano, filho de Bento Gonçalves, um personagem verdadeiro da história do Brasil, na minissérie de Maria Adelaide Amaral .

No mesmo ano fez “Celebridade” (2003), de Gilberto Braga , e se tornou um dos principais atores da emissora, fazendo o papel de Inácio, um jovem desajustado e carente, que sofre com a rejeição da mãe, vivida pela atriz Deborah Evelyn . E um grande desafio o aguardava em 2005: interpretar o homossexual Júnior, que acabava vivendo um relacionamento amoroso com um peão da fazenda da mãe ( Erom Cordeiro ).

Bruno Gagliasso como o esquizofrênico Tarso, em 'Caminho das Índias'
Divulgação
Bruno Gagliasso como o esquizofrênico Tarso, em 'Caminho das Índias'

O sucesso

Voltou para a comédia no remake de “Sinhá Moça”, de 2006, em que fez o personagem Ricardo, um garoto engraçado e atrapalhado do interior. A partir daí, engatou uma sequência de grandes sucessos: o primeiro vilão da carreira, Ivan, em “Paraíso Tropical” (2007), o romântico Eduardo, de “Ciranda de Pedra” (2008), culminando com o esquizofrênico Tarso, mais um personagem extremamente desafiante escrito por Glória Perez (“Caminho das Índias”).

A consolidação

Voltou a fazer comédia em 2010 interpretando o italiano bígamo Berillo Rondelli na novela “Passione” (2010). O personagem foi um dos mais amados pelos telespectadores da trama de Sílvio de Abreu. No ano seguinte foi mais uma vez vilão, Timóteo Cabral, em “Cordel Encantado” (2011), de Duca Rachid e Thelma Guedes , mais um momento marcante de sua carreira. E engatou mais uma autoria da dupla, “Joia Rara” (2013), em que viveu o carismático e apaixonante protagonista Franz Hauser. Até chegar ao Edu, o trabalho mais complexo de sua história, atualmente no ar em “Dupla Identidade”.

Com talento de sobra, carisma e muita dedicação, será mais um trabalho que vai marcar sua carreira, cheia de capítulos pela frente.

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