Ator estava internado no hospital Pró Cardíaco, no Rio, há uma semana, e lutava contra um câncer no pulmão


Morreu, neste sábado (4), o ator Hugo Carvana aos 77 anos. 

O ator estava internado no hospital Pró Cardíaco, no Rio de Janeiro, que informou que o paciente teve complicações causadas por um câncer no pulmão.

Hugo era casado com Martha Alencar e deixa quatro filhos: Pedro Carvana, Rita Carvana, Júlio Carvana, Maria Clara Carvana.

O velório será neste domingo (5) a partir das 9h, no Parque Lage, no Jardim Botânico. O corpo será cremado na segunda-feira (6), em cerimônia fechada para a família no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária.

Otávio Augusto, Nicette Bruno e Hugo Carvana: ator sofria de Mal de Parkinson
Divulgação/TV Globo
Otávio Augusto, Nicette Bruno e Hugo Carvana: ator sofria de Mal de Parkinson

Parkinson

No sábado (27), o Festival do Rio realizou uma sessão especial do filme "Vai trabalhar vagabundo", dirigido por Carvana, no Cinépolis Lagoon. Todos os filhos de Hugo estavam presentes, mas o cineasta não pode comparecer à sessão de gala devido à saúde debilitada.

"Com a morte de Hugo Carvana uma parte da alma carioca desaparece. O Festival tem grande orgulho de ter prestado esta homenagem a ele, ainda em vida", diz Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio, por meio da assessoria de imprensa.

Pessoas próximas ao ator informaram que ele sofria há alguns anos de Mal de Parkinson e que também estaria lutando contra um câncer no pulmão. "Hugo foi um dos meus primeiros contatos no Rio de Janeiro, fomos amigos por 42 anos, ele ajudou a me inserir no meio artístico. Nos víamos dentro do possível, na hidroterapia, eu, ele e o Cláudio Marzo na academia da Stella Torreão", contou Otávio Augusto ao iG .

Otávio comentou que o amigo lutava contra o Mal de Parkinson. "Mas isso não o impedia de estar sempre para cima. Sabemos que essa doença tem consequências, mas que muitas vezes a pessoa consegue ter uma sobrevida melhor. É uma perda grande porque ele era uma pessoa generosa, muito especial", emendou.

TV e cinema

Seu último papel na TV foi na minissérie "O Brado Retumbante", da TV Globo, em 2012, depois de sua participação como Olegário na novela "Insensato Coração".

Além de atuar, ele também dirigiu os filmes "Casa da mãe Joana (2007), "Não Se Preocupe, Nada Vai Dar Certo" (2009), "O homem Nu" (1996), "Bar Esperança, O Último Que Fecha" (1982), "Se Segura, Malandro" (1977) e "Vai Trabalhar, Vagabundo" (1973). 

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