Segundo a terceira Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, a decisão anterior foi desproporcional

Patrícia Jordane na capa da 'Playboy' de junho
Divulgação
Patrícia Jordane na capa da 'Playboy' de junho


A 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou nesta quinta-feira (4) a liminar que impedia a circulação da revista "Playboy" de junho, que tinha Patricia Jordane , suposto affair de Neymar .

De acordo com entendimento, a decisão liminar dada anteriormente em favor de Neymar foi desproporcional, pois a defesa da privacidade do jogador feria a liberdade de imprensa.

No entanto, a revista não havia sido retirada das bancas justamente por que a editora Abril entrou com o recurso alegando desrespeito à liberdade de expressão. As vendas dos exemplares continuam normalmente.

O jogador havia entrado com o pedido na Justiça para a suspensão imediata da edição e venda da revista, porque o título da capa era "A Morena que Encantou Neymar". Segundo a nota de esclarecimento publicada no site oficial do craque, a revista divulgou uma mentira sobre a vida pessoal do jogador.

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