A jornalista vai acompanhar a seleção portuguesa na Copa e está ansiosa: "faz três dias que eu só penso em futebol"


Gabriela Pasqualin e o filho Felipe no Itaquerão
Arquivo pessoal
Gabriela Pasqualin e o filho Felipe no Itaquerão

Gabriela Pasqualin é uma jornalista que gosta do que faz. Apaixonada por futebol desde cedo, jogou bola tanto na escola quanto na faculdade e não perdia um jogo do Palmeiras, indo até o estádio quando possível.

A vontade de trabalhar com esporte veio quando ainda na época universitária viu um repórter de campo acompanhando um Brasil x Argentina, nos anos 2000: "pensei que era isso que eu queria para mim". Seu primeiro emprego foi em uma revista naútica, e ainda almejando uma vaga no esporte, correu atrás do que queria. Gabi mora ao lado da TV Band e foi até a porta da emissora pedir um emprego como estagiária, e conseguiu, onde acabou ficando durante cinco anos.

Agora na RedeTV!, a jornalista tem um programa diário que apresenta ao lado de Sílvio Luis, Juarez Soares e Luiz Ceará. Ansiosa, ela está escalada para cobrir a seleção de Portugal: "quem eu mais quero entrevistar é o Cristiano Ronaldo. É uma meta que eu quero alcançar".

Já em clima de Mundial, a loira conta que ganhou dois ingressos para acompanhar a abertura da Copa, que foi no mesmo dia do seu aniversário, e foi acompanhada do filho. Ansiosa, ela só respira a Copa: "faz três dias que eu só penso em futebol, fico o dia inteiro assistindo canais que falam disso, fico de olho na Seleção..."

Apesar de ser responsável pela seleção portuguesa, Gabi não acha o camisa 7 bonito, apenas muito talentoso. Segundo o álbum de figuirinhas do filho ela diz que dá para montar uma seleção de colírios, mas que o Brasil não seria o vencedor do concurso. "O jogador mais bonito da Copa é o Manuel Neuer, goleiro da Alemanha".

Sobre os protestos contra o evento, ela acha que estão acontencendo na hora errada: "eu acho que já passou do tempo, ficou atrasado demais. A Copa já está decidida há sete anos, acho que não adianta mais, vai ter Copa. Mas acho justo e digno, só que deve ser decidido nas urnas".

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