Anderson Souza garantiu que complexo de estúdios continua intocável: “Não existe possibilidade de vender o RecNov”

Elenco da novela 'Vitória', da Record
Anderson Borde / AgNews
Elenco da novela 'Vitória', da Record


As informações sobre a suposta venda do RecNov, complexo de estúdios da Record em Vargem Grande, no Rio de Janeiro, já estão na boca do povo há tempos. Em dia de lançamento de nova novela, é claro que a direção da casa abafou e negou o assunto o máximo que pode. Logo que pegou o microfone para falar sobre sua nova novela, “Vitória”, Cristianne Fridman garantiu que tudo não passa de intriga da oposição.

“Tem um monte de boato por aí, dizendo que acabou a dramaturgia da Record, que o RecNov está vendido… Deixa eu falar uma coisa: em um país como o nosso, é muito importante ter no mínimo duas emissoras produzindo dramaturgia brasileira de qualidade. E eu acho que hoje nós já alcançamos uma grande vitória estando aqui. Esse lançamento é uma vitória”, comentou a autora durante coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (21).

Anderson Souza , diretor de teledramaturgia do canal, cravou ao iG que não existe chance do fato se concretizar. “Boato, né? Não existe a menor possibilidade de vender o RecNov. Só para dar um exemplo, nós acabamos de renovar o contrato do Marcílio Moraes por mais cinco anos, assim como com Alexandre Avancini e Gustavo Reiz … Não tem cabimento a gente renovar contratos de autores e diretores e a gente parar. Isso é boato, é maldade”, garantiu.

Questionado se existe, entretanto, o interesse em apenas alugar os estúdios para outras produtoras de maneira integral. Anderson também negou. “Nós fizemos trabalhos pontuais com produtoras independentes, em parceria. E vamos continuar fazendo, mas apenas trabalhos pontuais. Novela não entra nesse meio. Novela é produção nossa”, disse.

Dois dígitos de audiência

Falando em “Vitória”, a estreia está prevista para dia 2 de junho, apenas 10 dias antes do início da Copa do Mundo, e o horário de exibição bate com o de “Em Família”, da Globo. Anderson falou que todos os detalhes foram pensados e repensados pela direção da casa e que eles confiam no telespectador da Record.

“A gente está produzindo um produto de qualidade e tem certeza que o telespectador vai prestigiar. Eu não vejo como competição com a concorrência. Nós já fomos muito criticados pela imprensa e pelo nosso telespectador, porque nossas novelas começavam 22h30 e as pessoas não conseguiam assistir. Então, como a gente faz? Ou eu atendo o telespectador da Record, que quer ver a novela, ou vou ficar me preocupando com a concorrência. Nesse momento, nós estamos nos preocupando em fazer um produto de qualidade para o telespectador da Record”, declarou.

“Pecado Mortal”, atual novela no ar, não conseguiu alcançar a casa dos dois dígitos em audiência durante boa parte do tempo no ar. Para “Vitória”, Anderson garante que não existe pressão e nem meta: “A gente está esperando mais, sempre trabalha para mais, mas uma meta não existe. Lógico que a gente quer voltar aos dois dígitos de audiência, mas não é uma ordem. Isso vai ser a consequência do trabalho”.

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